+ 1 passo contra o absurdo, cópia de CD e Xerox para uso pessoal deixarão de ser crime

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Poucas coisas são tão absurdas quanto definir como criminoso aquele que ripa e copia um CD ou DVD de sua propriedade. O Brasil hoje deu mais um passo, ainda que tímido, em favor do debate de cópias de produtos imateriais.

Imagem criminosa da década de 80, Cintia Barenho é o nome da meliante

Matéria do Olhar Digital -

A partir de hoje, cópias para uso exclusivamente pessoal de CDs de música ou de livros didáticos deixarão de ser crime. A reivindicação é uma das mais antigas entre os que acham necessária uma renovação da lei de direitos autorais brasileira e foi aprovada nesta quinta-feira, 24, por um grupo de juristas que discute em Brasília revisões no Código Penal.

O Brasil tem uma das leis de copyright mais fechadas do mundo, segundo organizações como a Consumers International, e punia o então crime com quatro anos de prisão, enquadrando-o no quesito “violação do direito autoral”. A partir de agora, cópias que não objetivam o lucro estarão liberadas.

O texto aprovado diz que “não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto”.

O exagero da perseguição digital

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Não me preocupo se o Google me segue, me indexa, me cataloga. Eu mesmo forneço isso. Quer fazer um traçado psicológico de minha pessoa? Fique a vontade, basta me seguir no twitter, facebook, foursquare, Pinterest e Instagram, por exemplo.

O grande irmão é um exagero, estão todos se olhando e monitorando, a diferença são as capacidades de processamento e uso, o que não é novidade nenhuma de época. Google e Facebook, bem como seus CEOs, estão quase tão expostos quanto nós.

Quer manter um segredo? use apenas o meio presencial, e mesmo assim ele ainda pode falhar.

Exemplo do meu registro aberto do Facebook.

 

Lula chegou hoje ao Facebook e já 90 mil pessoas curtiram #LULAnoFacebook

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Lula lançou hoje sua fanpage no Facebook. Para lançar a www.facebook.com/Lula o Instituto Cidadania gravou o vídeo que replico abaixo. Agora é curtir o maior presidente que o Brasil já teve.

No site do IC:

Para Lula, o Facebook será uma opção para quem quiser acompanhar suas atividades e as do Instituto Lula no Brasil e no exterior, incluindo as iniciativas para cooperação com a África e a América Latina.

“Queremos reunir aqui todos os interessados em continuar compartilhando esperança e solidariedade na luta por um mundo mais justo”, afirmou o ex-presidente em vídeo de lançamento que pode ser visto na página.

Lula começa com mais de 50 mil pessoas “curtindo” a página, graças à migração do perfil não-oficial criado anteriormente por iniciativa de fãs do ex-presidente.

Estudante que ofendeu nordestinos no Twitter é condenada

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Mayara Petruso foi condenada nesta quarta-feira (16) a um ano e cinco meses de prisão pela Justiça Federal por crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional. No dia em que DilmaRousseff foi eleita à presidência da República, em 2010, Mayara, paulista e eleitora de José Serra, postou a seguinte frase no Twitter: “Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”. A pena foi revertida para prestação de serviços comunitários e pagamento de multa. Em sua defesa, a acusada alegou não ser preconceituosa e ter agido por impulso após a derrota de seu candidato à presidência. Ela também afirmou que precisou sair da faculdade de Direito após o ocorrido.

No Sul21

Governo brasileiro entra na paranoia da “Ciberguerra”

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Sobre comando do “Exército” o Brasil inaugura bunker de defesa cibernética diz Estadão, literalmente gelei, não sei o que é pior, se é o Brasil entrar na paranoia de bunker de Ciberguerra, como se um Bunker central fosse a melhor forma de enfrentar a “guerra”, ou pelo fato dele estar sobre batuta do exército.

Vamos avaliando?

Matéria do Estadão.

Brasil estreia Centro de Defesa Cibernética

SÃO PAULO – O Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) do Brasil se prepara para sua primeira grande atividade desde que o órgão foi criado em 2010. Sob o comando do Exército, o CDCiber assumirá a responsabilidade pela coordenação de redes no País e espera usar toda a experiência adquirida nas ações de testes feita até agora na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

O Exército terá como aliados o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), a Polícia Federal e o Ministério de Relações Exteriores. O departamento ainda se encontra em obras, mas a previsão é de que os espaços, inclusive o do Centro de Consciência Situacional, responsável pelo acompanhamento do evento, estarão prontos até o início de junho.

O CDCiber tem suas instalações em Brasília e em uma das cidades ao redor. Nas instalações, cem oficiais convivem com simuladores de guerra cibernética, laboratórios para análise de vírus e um centro de tratamento de incidentes.

O Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio, se encarregou de treinar oficiais, oferecendo cinco cursos de mestrado e doutorado na área de defesa cibernética para quem é graduado em ciências da computação ou engenharia de defesa.

“Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria”, disse o general Antonino Santos Guerra, diretor do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército à BBC.

Desde que um vírus, conhecido como Stuxnet, atacou o sistema do programa nuclear do Irã, países se armam nesse novo front virtual de batalha, uma precaução em um contexto de suspeita sobre uma ciberguerra próxima. Centros como o CDCiber já existem nos EUA, China, Rússia e Israel.

Para Tarso Genro uso das redes é prática transformadora, não ferramenta!

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O governador Tarso Genro é hoje, possivelmente, o político brasileiro de mandato executivo que mais problematiza os temas da democracia e da participação direta, em especial o exercício desta, levando em conta a atualidade da informação e da comunicação pós-advento da internet. A sociedade em rede ou, no mínimo, o exercício da cidadania em uma época hiper-conectada e a atualização estratégica de partidos e governantes vêm compondo a temática de inúmeros artigos de Tarso.

Por outro lado, a sociedade presencia um exercício permanente do governo do Rio Grande do Sul de incorporar as mídias sociais na participação digital, via Gabinete Digital e Participa RS, e de fazer comunicação digital permanente através da presença nas plataformas digitais de maior uso pela sociedade.

Mas a prática de rede para o governador parece não se limitar às ferramentas, mas rumar para estágio público e transformador, paradigmático, de compreender a transparência e a comunicação pública como bens sociais, da sociedade, e não dos intermediários, a mídia. Estes permanecem com tarefas, mas não mais com o papel do passado, pois a atualidade tecnológica superou o limite histórico social de conectar de forma permanente o representante e o representado, o que qualifica em muito a democracia.

Sem demérito, para a atualização necessária da democracia participativa, o intermediário precisa repensar seu papel, avaliando a contemporaneidade e readequando-se à luz da atualidade tecnológica das mídias sociais e do protagonismo comunicativo do cidadão comum, cumprindo assim seu importante papel não mais de “A” opinião pública, mas de mais uma opinião, de preferência qualificada.

Entenda a motivação desse post e a imagem abaixo:

Mais uma vez, apelamos às redes”