Arte, Cibercultura

Pergunta aos críticos dos museus virtuais: Como veríamos as nádegas carnudas de Brueghel?

O site obvius fez um post bem instigador assinado pela colaboradora Tajana. A publicação problematiza de forma leve como a opção virtual, a digitalização de um quadro no Google Art Project, por exemplo, abre-nos uma visão nova e mais ampla da obra, talvez não “melhor”, mas complementar e única.

Leia abaixo e diga o que você acha.

“As nádegas de Brueghel” Por Tajana.

Não sei se Deus está no detalhe – mas as nádegas rosadas de Brueghel, sim. Refiro-me às nádegas pintadas por ele. Este é um desses casos felizes em que a tecnologia amplia certos caprichos do olhar.

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Cibercultura

Será um caso de preconceito contra um ciborgue?

Ironias a parte, Steve Mann (foto) foi agredido no mês passado em um filial do McDonalds em Paris, o motivo era estar usando um EyeTap, óculos de visão computacional, receitado pelo médico. Steve conta a história em seu blog, será que o gerende do Mac confundiu o óculos com um Google Glass e acho que poderia estar sendo monitorado?

Agressores

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Cibercultura

Governo brasileiro entra na paranoia da “Ciberguerra”

Sobre comando do “Exército” o Brasil inaugura bunker de defesa cibernética diz Estadão, literalmente gelei, não sei o que é pior, se é o Brasil entrar na paranoia de bunker de Ciberguerra, como se um Bunker central fosse a melhor forma de enfrentar a “guerra”, ou pelo fato dele estar sobre batuta do exército.

Vamos avaliando?

Matéria do Estadão.

Brasil estreia Centro de Defesa Cibernética

SÃO PAULO – O Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) do Brasil se prepara para sua primeira grande atividade desde que o órgão foi criado em 2010. Sob o comando do Exército, o CDCiber assumirá a responsabilidade pela coordenação de redes no País e espera usar toda a experiência adquirida nas ações de testes feita até agora na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

O Exército terá como aliados o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), a Polícia Federal e o Ministério de Relações Exteriores. O departamento ainda se encontra em obras, mas a previsão é de que os espaços, inclusive o do Centro de Consciência Situacional, responsável pelo acompanhamento do evento, estarão prontos até o início de junho.

O CDCiber tem suas instalações em Brasília e em uma das cidades ao redor. Nas instalações, cem oficiais convivem com simuladores de guerra cibernética, laboratórios para análise de vírus e um centro de tratamento de incidentes.

O Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio, se encarregou de treinar oficiais, oferecendo cinco cursos de mestrado e doutorado na área de defesa cibernética para quem é graduado em ciências da computação ou engenharia de defesa.

“Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria”, disse o general Antonino Santos Guerra, diretor do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército à BBC.

Desde que um vírus, conhecido como Stuxnet, atacou o sistema do programa nuclear do Irã, países se armam nesse novo front virtual de batalha, uma precaução em um contexto de suspeita sobre uma ciberguerra próxima. Centros como o CDCiber já existem nos EUA, China, Rússia e Israel.

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Capitalismo

Facebook compra Instagram, 1 bilhão em criatividade?

No blog de Myke Sistrom, um dos jovens donos do Instagram:

“Quando Mike e eu começamos o Instagram há quase dois anos, nos propusemos a mudar e melhorar a forma como o mundo se comunica e partilha. Tivemos um tempo incrível assistir Instagram crescer em uma vibrante comunidade de pessoas de todo o mundo. Hoje, nós não poderíamos estar mais felizes em anunciar que Instagram concordou em ser adquirida pelo Facebook.” (Tradução Google)

No Facebook de Mark Zuckerberg:

Estou entusiasmado de anunciar que fechamos um acordo para a aquisição do Instagram e que sua talentosa equipe vai se juntar ao Facebook.”

Ps – Valor do Instagram é igual a 5 funcionários assalariados e 10 milhões de voluntários.

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Cibercultura

CIBERCRIME: A quarta Era do crime organizado não é formada de “jovens hackers”.

O recente estudo ” Organised Crime in the Digital Age” aponta que o crime digital, também chamado de Cibercrime, é a 4ª era do crime organziado no planeta. Segundo a pesquisa, o cibercrime tem algumas características centrais, são elas:

* As evidências sugere que estamos entrando na “quarta grande era” do crime organizado, a “Idade de crime digital” – como os mundos online e offline convergindo;

* 80% do crime digital se origina em alguma forma de atividade organizada;

* O crime digital não é privilégio da juventude, 43% dos membros do grupo do cibercrime organizado são maiores de 35 anos;

* Metade dos grupos são composto por seis pessoas ou mais. No entanto, o tamanho do grupo não se correlaciona com o impacto eo alcance, na era digital um pequeno número pode causar grandes danos;

* 25% dos grupos ativos operam há menos de seis meses;

* Os grupos off-line usam cada vez mais ferramentas digitais no comportamento tradicional do crime;

Abaixo a matéria da IDGNow e aqui o link do sumário do estudo.

“Grupos organizados controlam o cibercrime, revela estudo” Por John E Dunn

Cerca de 80% dos golpes digitais estão ligados a quadrilhas, que estão trazendo para o mundo online técnicas do crime tradicional.

As possibilidades de golpes no mundo online estão gerando uma “quarta era” do crime organizado, que está tendo um grande efeito sobre todas as formas de atividade ilegal no mundo. A conclusão é de um estudo do Centro de Policiamento e Segurança da London Metropolitan University.

De acordo com o estudo, chamado Crime Organizado na Era Digital (PDF), 80% dos cibercrimes estão ligados a quadrilhas organizadas, em sua maioria formadas por jovens (29% deles tem até 25 anos) e homens de meia idade (43% estão acima dos 35 anos), com perfil técnico. A maioria das gangues possui em torno de seis membros, mas há grupos com até uma dúzia de pessoas. Segue no IDGNow.

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Cibercultura, Internet

Mais da metade do tráfego na internet não é feito por humanos

Menos da metade do tráfego da internet é feito por pessoas. Segundo estudo da provedora de segurança na nuvem Incapsula, humanos representam 49% do que é feito na internet.

Via Olhar Digital.

Os outros 51% são divididos entre atividades de softwares e a maior parte é maliciosa. De acordo com o estudo, 5% do tráfego é de ferramentas de hackers procurando vulnerabilidades em sites, 5% é de atividade de sites que copiam outros para enganar usuários (chamados scrappers), 2% é feito por spammers de comentários em sites, 19% é feito por “espiões” que coletam dados pela rede e 20% por mecanismos de busca – que não são maliciosos, mas não são feitos por humanos.

Segundo a empresa, a maior parte do tráfego de não-humanos é praticamente invisível, já que não é mostrado em softwares de análise de tráfego.

“Poucas pessoas percebem como muito do próprio tráfego é feito por não-humanos e a maior parte pode ser prejudicial”, disse Marc Gaffan, co-fundador da Incapsula, para a ZDNet.

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