Pessoal

“Nas Redes, nas Telas, nas Ruas” Por Carolina Abreu Albuquerque. #LeituradeDomingo

Abaixo parte da conclusão do artigo “Nas Redes, nas Telas, nas Ruas” de Carolina Abreu Albuquerque¹. O artigo é básico, curto e de fácil leitura. Apresenta questões centrais como as assimetrias internas nas “redes” e a convergência de comunicação entre grupos “espontâneos” e a “velha” mídia, pontos essenciais para analise da potência transformadora e eficácia anti-sistêmica dos chamados movimentos sociais 2.0.

Vale como fonte de debate, fica a dica.

Para além da dimensão técnica dessas ferramentas, é possível observar como esses movimentos estão inscritos em uma lógica comum, um princípio que sustenta e embasa os modos pelos quais as ações se desenrolam. Características como a espontaneidade de agregação, a organização em rede, a ausência de lideranças estabelecidas e a rejeição (ou, ao menos, não-adesão) aos modos tradicionais de representação parecem estar intimamente relacionadas às formas de comunicação da mass self-communication. Longe de se constituir como uma trincheira, essas formas interagem, tensionam e alimentam as formas consolidadas da comunicação de massa tradicional, conformando uma lógica contemporânea – atravessada pela convergência (e pela divergência) de modos de produzir, consumir e circular produtos culturais.

¹ Mestranda em Comunicação pela UFMG, integrante do Centro de Convergência de Novas Mídias (CCNM/UFMG).

Faça download do Artigo AQUI (411kb .pdf do GT3 do Simsocial)

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