Livros

A escrita de Kiran Desai…

“Nenhum humano jamais vira uma lula gigante viva, e embora elas tivessem olhos do tamanho de maçãs para varrer o escuro do oceano, sua solidão era tão profunda que podiam jamais encontrar outra de sua tribo. Sai sentiu-se banhada pela melancolia dessa situação. Seria possível sentir a plenitude tão profundamente quanto a perda? Romanticamente conclui que o amor deve com certeza residir no espaço entre o desejo e a plenitude, no vazio, não na satisfação. O amor era ânsia, a expectativa, a reserva, tudo em torno que não a emoção em si.” (O Legado da Perda – pag 11 – Kiran Desai)

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