Capitalismo, Movimentos Sociais, ONGs, Política

Segue encontro do G8, seguem os manifestos.

A Alemanha é manchete dos noticiários, demonstrando hospitalidade no encontro dos países mais poderosos do mundo – Encontro do G8. Igualmente, nesses dias a Alemanha também é palco dos protestos da “sociedade civil anticapitalista e planetária”, puxados pelos “indisciplinados” e auto-intitulados “Chaoten”. Os manifestos estão causando muito barulho e estrago, por causa destes e de ONGs e sindicatos com grande capacidade de mobilização social, Bush chegou discretamente um dia antes em Rostok. Vale citar que a justiça alemã, esta apressando os julgamentos de jovens presos nas manifestações, pela manhã um jovem é preso por atirar uma pedra na polícia, a tarde, ele já está condenado a 10 meses de prisão. “A justiça (dos poderosos) não tarda e não falha” na Alemanha.

Paralela as manifestações, instaurou-se um Seminário Alternativo ao G8, dentre os vários intelectuais esperados como Ramonet e Vandana Shiva, sem dúvida Jean Ziegler (foto) é um dos bem festejados. Teórico e ativista tido com uma das referências dos movimentos anti-capitalistas. Polêmico por campanhas lideradas em seu país natal (Suiça) e amizade com Che Guevara, Ziegler acúmula inimigos presidenciáveis, com seus relatórios de Comissário Especial das Nações Unidas – ONU sobre a Fome e Miséria. Sociólogo do livro o “Império da Vergonha” e na defesa da condição de uma “Sociedade Civil Planetária” contra o G8. festejado por uns e amado por outros, esse é Ziegler.

Ziegler, deixando claro que falava em seu nome e não em nome das Nações Unidas, acusou em especial “a política de dumping assassina da União Européia que faz com que sejam vendidos nos mercados da África frutas e legumes franceses, italianos e portugueses à metade do preço do africano”, o que, segundo o suíço, leva os agricultores locais à falência. (Ziegler – Rostok 06/06/2007)

Bem, resta esperar e acompanhar pelas mídias alternativas, por enquanto vamos aprendendo (nós a esquerda brasileira) com a Rede de manifestantes e entidades anti-globalização, como se faz para colocar milhares de “diferentes” na rua.

Padrão

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s