Cultura, Filosofia, Pós-modernidade

Posso mudar me transformando com o outro, sem me perder nem me desnaturalizar

Por Edouard Glissant
“Convivemos com as fronteiras não como símbolos e elementos do impossível, mas como lugares de passagem e de transformação. Na Relação, a influência mútua das identidades, individuais e coletivas, requer uma autonomia real de cada uma dessas identidades. A Relação não é confusão ou diluição. Posso mudar me transformando com o outro, sem me perder nem me desnaturalizar. Por isso temos necessidade de fronteiras, não mais para nos deter, mas para exercermos essa livre passagem para o outro, para salientar a maravilha do aqui-lá.” Na íntegra>>>

Lucio Uberdan

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