Cibercultura, Filosofia, Informação

A resposta (entre livros) de Baudrillard

No post abaixo, Baudrillard traz inquietações do artigo “A Informação no Estágio Metereológico” do livro “Tela Total”.
A inquietação sobre a fraqueza (ou derrota) da informação instantânea na atualidade. Fraqueza de não informar com aquilo que de mais essencial pode existir para tal – o devido espaço-tempo do contraditório.
Mas, é no livro “A Transparência do Mal – Ensaio Sobre os Fenômenos Extremos” cap I (após orgia), pag 10 – 3º parágrafo, que Baudrillard vai em uma pequena frase falar sobre o ápice da potência como o forjador da despotencialização.
“Nada mais (nem mesmo Deus) desaparece pelo fim ou pela morte mas por proliferação, contaminação, saturação e transparência, exaustão e exterminação, por epidemia de simulação, transferência na existência segunda da simulação. Já não há modo fatal de desaparecimento, mas sim um modo fractal de dispersão.”

O instante despotencializou o tempo, e junto dele, tudo mais que lhe dava vida. O instante [a máxima do tempo] é seu próprio algoz. O instante é o suicídio do tempo.
Lucio Uberdan


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