Pessoal, Poesia, Política

Levanta, rema, outros virão.

O rio tornou-se calmo, imagina-te em um rio quase sem correnteza, és tu e uma canoa, deitado como que deitado com ela. Imagina-te com sol, imagina que o som não é das águas, imagina que o som é o silêncio, agora um silêncio triste. Imagina que deitastes de cansado, imóvel te sentes em movimento por minutos, a água balança, o sol aquece, teus olhos encharcam. Eis que o rio retorna a correr, o rio é grande, a canoa ruma para o sul. Levanta, rema, outros virão.
Lucio Uberdan

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3 comentários sobre “Levanta, rema, outros virão.

  1. Ana Paula disse:

    ô, Lucio, recém agora encontrei teu blog. visitarei sempre, com certeza. continua militando, companheiro!

    abração da ex-colega de prefa, ainda colega de luta e companheira nas leituras de Bauman!

  2. Lucio Uberdan disse:

    Oi Ana, legal que você acho…quando quiser sinta-se a vonrade..legal saver notícias de ti…
    valeu…bjs…bye

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