Antropologia, Filosofia, Tecnologia

Corpo e virtual.

“(…)as novas tecnologias são exterminadoras dos corpos não apenas através do desemprego, da miséria, mas também da referência à corporalidade, isto é, à própria teatralidade”. Paul Virilio.

Estamos à frente de uma nova condição de experimentarmos nosso contato corporal com o mundo. Com as novas tecnologias, em especial a Internet e seu modelo de virtualidade (ciberespaço) participativa, terminam as distâncias reais, como o tempo e o espaço geográfico, por uma distância virtual. O tempo é revisto pelo instante, encurtando quase ao máximo as convenções anteriores, dando seqüência a um processo de degradação temporal em ritmo acelerado. A condição geográfica fica quase inexistente, os avatares voam e nossas fronteiras nacionais fundem-se. A única barreira é a “linguagem”, que já começa a ser transposta. Através do instante, o ciberespaço fornece a última necessária ferramenta para a mundialização do capital e sua financeirização, mesmo com o humano por trás. Suas sombras já são constituídas de um sistema não-orgânico, de inteligência artificial, por executivos ciborgues, com seus notebooks e celulares, humanamente descontrolados (um debate para mais adiante) – Lucio Uberdan.

Padrão

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s