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Hoje no Blog da Rosane de Oliveira: “Sem demagogia, um salário bruto de R$ 7,1 mil para quem governa o Rio Grande do Sul e de R$ 6,1 mil para os secretários de Estado é ridículo. O valor está congelado há 11 anos e é incompatível com a responsabilidade do cargo. Os governadores Olívio Dutra e Germano Rigotto avaliaram que seria politicamente inoportuno aumentar os próprios salários e deixar a maioria dos servidores a ver navios e mantiveram o valor congelado.”

Que duas “forçadas” meu deus, o blog da Rosane de Oliveira deu, a primeira é dizer que um salário de mais de R$ 7.000,00 é ridículo, a segunda, é a indução que os ex-governadores apenas não aumentaram seus salários, pois poderia ser politicamente inoportuno.

Vamos combinar, R$ 7.000,00 não é ridículo, pode-se sem dúvida discutir se deveria ser mais ou menos, pensar em parâmetros para o salário do executivo, mas daí a dizer que mais de 15 salários mínimos é “ridículo”, é algo totalmente fora do bom-senso. Induzir um mesmo princípio para dois ex-governadores e a atual governadora, também, sugere um nivelamento entre essas três pessoas públicas. Nivelamento que vamos combinar, não existe, Yeda Crusius PSDB/RS, é um imã para problemas.

Pessoalmente, como cidadão, esperava mais sobre esses descalabro aumento, nesse blog que leio todos os dias.

Cara de palhaço, nariz de palhaço, só pode ser? GAÚCHO. Melodia da noite, para um gaúcho que vai ajudar a pagar os 150% de aumento de salário, da paulista e governadora Yeda Crusius do PSDB/RS. *Todo o respeito aos palhaços de profissão - Clowns.

Para não dizer que eu falei de flores, me caiu os butiá do bolso, lá vai a tristeza. Site da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul a pouco (19:47): “Os deputados aprovaram, durante a sessão plenária desta terça-feira (5), o Projeto de Lei (PL) 149/2008, de iniciativa da Mesa Diretora, que reajusta e fixa o subsídio mensal do governador do Estado em R$ 17.347,14, e os do vice-governador e dos secretários de Estado em R$ 11.564,76. A aprovação aconteceu sem os votos dos dez parlamentares da bancada do PT e do deputado do PCdoB, que se abstiveram, sob a justificativa de serem contra um aumento salarial que não incluísse o conjunto dos servidores do Executivo.”

A pouco terminou a repetição do programa Globo News Painel, com três cientistas políticos entrevistados, o apresentador William Waack, e o tema Daniel Dantas como centro. O debate como sempre é muito superficial na TV, além do fraquíssimo rigor científico dos citados “cientistas políticos”, críticos de uma suposta politicagem dominante no Brasil, os mesmos, sem exceção, praticam um sinônimo para a ciência política na citada entevista.

No painel,assim como em toda a mídia oficial, toma-se um exacerbado cuidado para não “tocar” no “intocável” judiciário, alegando-se, ser esse apenas técnico e apolítico, ainda que saibamos, todos(as) que o mesmo adora se pronunciar não tecnicamente todas as semanas. Por outro lado, cuida-se para que ao falar da pessoa Daniel Dantas e seus possíveis crimes, se passe batido por cima do tema, dando centralidade apenas a um debate sobre quem acumulou com sua prisão, e o mal esclarecido afastamento do delegado Protógenes. Fim ao cabo, o programa prestou-se unicamente para avaliar o papel do estado no caso, um esforço conjunto de entrevistados e entrevistador, para que, de uma forma ou de outra, chegassem ao Presidente Lula.

Lá pelas tantas, os três “grandes” cientistas políticos, denunciam uma política-sindicalista no governo e cenário atual, ainda que os mesmos, estejam ali prestando-se para uma mesma falácia. Já no meio do painel, quase em uníssono, apenas com pequenos nuances de diferença, os três afirmam que estamos em meio a uma crise, sugerindo a responsabilidade como única do Estado, bem como, sobre as possibilidades de saída da crise, os mesmos dizem que teremos grandes dificuldades, pois os atores capazes disso, estão “envelhecidos”.

Sobre esse ponto citado, e o painel em geral, quero em duas a três frases citar duas questões. 1) Perde-se enorme chance de abrir a maior caixa preta de nosso país, o judiciário, bem como, debater-se com profundidade o crime de colarinho-branco em nosso país; 2) Um pedido: coloquem um espelho no estúdio, pior que sugerir o envelhecimento dos agentes políticos em ação no cenário nacional, é ter a certeza do envelhecimento político das pseudo-teses dos entrevistados e seu sindicalismo-político sem rigor científico algum, mera recitação de chavões, como que se estes, soltos ao vento, dessem guarida aos seus discursos estritamente partidarizados.

Tenho certeza, se tivéssemos um espelho no estúdio, quando falassem asneiras, os entrevistados do dia de hoje, poderiam ver suas caricaturas refletidas ao espelho, imagem essa que nós vemos com clareza sentados ao sofá. (Na foto Arthur Gianotti, um dos entrevistados, os outros dois nunca ví e igualmente por sorte, nunca precisei ler os mesmos nas cadeiras de Ciência Política. Lembro de Gianotti pois é uma “cientista” já conhecido na recente história política nacional - AQUI.)

Globo News Painel Debate sobre o grande tema da semana, entre os assuntos nacionais e internacionais. Convidados com opiniões e enfoques diferentes num bate-papo informal e de alto nível conduzido pelo jornalista William Waack. Todo sábado, às 23h.

Com uma descarada proposta de aumento de salário, conforme o blog da Rosane de Oliveira em tom de espanto-cômico-possível - o salário da governadora passaria de R$ 7,1 mil para R$ 17,3 mil. Yeda defende pessoalmente seu próprio aumento de salário e ainda ressalta, essa foi uma proposta do “Gabinete de Transição”, veja lá, que transição hein? Esse é “produto” do gabinete de experts que apontaria a saída da crise? Mais AQUI, AQUI, AQUI (relatividade),

Após ter sido citado como “ideólogo” teórico da posição do MP do RS, formulação que vem querendo “dissolver” os Movimentos Sociais, o sociólogo Zander Navarro manifesta solidariedade irrestrita ao movimento em recente nota a imprensa (abaixo). Acompanhe mais AQUI e AQUI.

Sobre as acusações do Ministério Público ao MST no Rio Grande do Sul

Zander Navarro - Departamento de Sociologia, UFRGS, Porto Alegre)

Ecoaram fortemente nesta semana diversos documentos produzidos pelo Ministério Público (MP) no Rio Grande do Sul, os quais descrevem as ações organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e, em alguns outros casos, protestos organizados pela Via Campesina. O MP também faz diversas acusações em tais peças jurídicas, e alguns de seus membros reiteraram tais opiniões em entrevistas oferecidas a diversos meios de comunicação, revelando surpreendente retórica politicamente obscurantista.

Em sua essência, o MP desenvolve uma fantasiosa teoria sobre as formas de luta social que vêm sendo organizadas há tantos anos pelos trabalhadores rurais sem-terra no Estado. Meu nome foi citado na ação, em função de minhas pesquisas sobre o MST, particularmente no Rio Grande do Sul, mas de forma que julgo inteiramente distorcida, inclusive porque jamais concluí, a partir dessas pesquisas, sobre as ilações que o MP utiliza nos seus documentos tornados públicos.

São absurdas, por exemplo, as acusações que fazem ao Movimento, apontando-o como um “braço de guerrilha”, no estilo das FARC colombianas. Ou ainda, em acusação que é pelo menos delirante, que o MST teria lutado pela formação de alguns assentamentos na cercania de Porto Alegre, porque essas são áreas vizinhas às redes de distribuição de energia e à mais importante refinaria de petróleo do Estado e, assim sugerem quase explicitamente os procuradores, poderia ocorrer em um momento futuro sabotagens ou algo similar.

Acompanhei os esforços de organização dos trabalhadores rurais e a conquista desses assentamentos na região metropolitana, quase todos formados ao longo da década de 1980, e acusação como esta é completamente descabida, pois a formação daqueles assentamentos respondeu apenas à existência de imóveis improdutivos então existentes, que foram ocupados, como forma de pressão e, posteriormente, desapropriados na forma da lei.

A interpretação do MP estadual e a análise dos documentos levam a crer, desta forma, que existe uma estratégia de forçar a desmobilização do Movimento, inclusive quando inicialmente foi proposta a “dissolução” da organização, intenção posteriormente eliminada dos documentos finais do Ministério Público.

Mas os textos refletem, claramente, um posicionamento explícito alinhado aos argumentos históricos dos grandes proprietários de terra do Estado, dissociando o MP de sua missão maior de preservação do Estado de Direito. Este particularismo na aplicação da lei ocorre quando, por exemplo, o MP adota posturas que ferem, por um lado, preceitos garantidos na Constituição como, por exemplo, o direito de ir e vir (pois foram proibidas as marchas de trabalhadores rurais sem-terra, forma de pressão que corriqueiramente o Movimento utilizou para exigir maior velocidade na implementação da reforma agrária) ou, ainda, o direito de formar acampamentos em propriedades contíguas a imóveis passíveis de futura desapropriação, como outra forma de pressão que é legítima e legal, pois esses acampamentos foram organizados com a anuência dos respectivos proprietários.

Ao assim agir, o MP tem assumido uma face arbitrária que transita ao arrepio das leis cuja observância são sua própria razão de existência. As acusações igualmente acentuam a “natureza política” do MST, em aspecto quase ridículo, pois seria impensável que uma força social como o Movimento, lutando pela implementação da reforma agrária, pudesse abrir mão de sua natureza política.

Ainda que minhas análises sociológicas sobre o MST apontem problemáticos aspectos de sua estruturação interna e opções estratégicas, não pode ser negado (e eu seria o primeiro a fazê-lo, conhecendo como conheço as lutas sociais dos sem-terra desde o seu nascedouro) o que talvez seja o maior mérito e conquista política do Movimento, fazendo-a, igualmente, uma conquista de toda a sociedade brasileira. Qual seja, após tantos anos de existência, ter conseguido reverter a correlação de forças existente no meio rural brasileiro, tornando os grandes proprietários de terra, atualmente, reféns das formas de pressão, especialmente as ocupações, que os sem-terra regularmente organizam, em diversas regiões do Brasil.

Esta inversão, que é um ganho histórico da sociedade brasileira, pode significar que, finalmente, as regiões rurais brasileiras poderão ser democratizadas em suas relações sociais e os direitos dos trabalhadores e das famílias rurais mais pobres serem reconhecidos mais efetivamente. Ações como a do MP gaúcho, desta forma, remam na direção contrária e tentam ainda manter o conservadorismo, quando não o autoritarismo, dos grandes proprietários de terra, e devem ser repudiadas fortemente.

É importante, portanto, que os diversos agrupamentos democráticos, estimulados pelo Partido dos Trabalhadores e seus membros, denunciem tal tentativa de cerceamento da organização política de todos os setores sociais, particularmente das populações mais pobres em nosso país.

Solidarizo-me irrestritamente com o MST e a reação a este abuso de poder que vem tentando encurralar os trabalhadores rurais sem-terra de exercerem um direito constitucional de organização e desenvolvimento de formas de pressão que possam significar a expansão do programa de reforma agrária ora em curso no país.

Por fim, talvez seja este um momento importante para que o MST possa refletir sobre um aspecto que o MP vem ressaltando e que é o único que, talvez, tenha alguma razão de ser, sendo provavelmente a única face razoável desta atrapalhada ação daquele órgão da Justiça. Refiro-me à exigência que os documentos fazem da dissolução do Movimento porque “a organização não teria base legal” para existir, pois não tem registro oficial. No próximo mês de outubro completaremos vinte anos da promulgação da Constituição brasileira, que abriu um período de vibrante democratização do país. Desta forma, não deixa de ser pelo menos estranha a decisão da direção nacional do MST de manter a organização sob formato semiclandestino, como se ainda estivéssemos sob um regime autoritário ou uma ditadura qualquer.

A democracia brasileira consolidou-se, temos um presidente popular e progressista, extremamente dedicado à ampliação de políticas sociais que, gradualmente, reduzam os níveis de pobreza e de desigualdade social. Os diversos atores do sistema político são todos conhecidos; suas organizações têm regimes de funcionamento conhecidos e, assim, seus dirigentes são igualmente escolhidos em espaços transparentes e públicos, segundo aqueles procedimentos, podendo desta forma reivindicar uma legitimidade incontestável.

Ao optar pela reiteração de uma forma de existência semiclandestina, o MST arrisca-se a perder apelo popular e, especialmente, a legitimidade de suas ações e formas de pressão tornam-se igualmente reduzidas. Este episódio desencadeado pelo Ministério Público gaúcho, que é preocupante e merece o repúdio de todos as correntes democratas, talvez sirva pelo menos para estimular tal reflexão por parte dos membros da organização dos sem-terra.

Adolf Hitler

Muito preocupante a matéria intitulada “MP/RS afirma querer quebrar a espinha dorsal do MST” que está hoje estampada no Diário Gauche. A citada frase teria sido dita pelo promotor Gilberto Thums à Folha de São Paulo AQUI -  “Voto no sentido de designar uma equipe de promotores de Justiça para promover ação civil pública com vistas à dissolução do MST e a declaração de sua ilegalidade”. (AQUI a íntegra da ata aprovada pelo Conselho Superior do MPE do RS pedindo a dissolução do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Mesmo não confirmando-se a “dissolução” do MST, é gravíssimo ler citações como essas, com esse tipo de posição é procedimento, ações como essa, tende abalar o pouco que ainda sobra da democracia brasileira. A liberdade de ir e vir, organizar-se políticamente, quer seja por movimentos, quer seja por partidos e por essa liberdade responder juridicamente, faz parte do mínimo desejado de um sistema democrático. Porém dissolver movimentos sociais não condiz com o mínimo que se deseja do tão complicado Ministério Público. Que sejam feitas investigações isentas sobre as ações do movimento então, sobre as cooperativas, escolas, mas optar por “dissolver” um movimento social é algo bem diferente, é algo ideológico. Começa-se assim ideológicamente, após isso serão “dissolvidos” quem mais então? Sindicatos? Associação comunitárias? Clube de mães? A Alemanha já passou experiências semelhantes em sua história no último século, vale a pena olhar o que aconteceu  quando “dissolve-se” os diferentes. Mais AQUI, (O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ofereceu hoje (24) denúncia formal na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal) Denúncia formal do MST AQUI, mais AQUI (Documentos revelam: MP gaúcho pretende “dissolver” o MST). Assine o Manifesto do MST AQUI (ASSINE MANIFESTO CONTRA CRIMINALIZAÇÃO DO MST). Mais AQUI,

A poucos minutos atrás, a GloboNews passou no jornal das dez uma prévia da entrevista exclusiva que o presidente eleito do Paraguai, Fernando Lugo, deu a jornalista Elisabeth Carvalho neste fim-de-semana. A entrevista irá ao ar amanhã no programa Milênio da GloboNews (às 00:30h). O que se percebe no novo presidente, é um discurso orientado fortemente para mudanças profundas no Paraguai, começando pelo desenho de uma nova aliança política capaz de implementar uma nova Constituição para o país; fazendo deslanchar a reforma agrária, a começar por fazer-se cumprir a lei que torna ilegal posse de terras até 50km das fronteiras por estrangeiros, mais de 40% da população Paraguaia mora no campo, porém, quase todas essas terras estão sobre posse “duvidosa” de Brasileiros, Argentinos e Uruguaios (se nacionalizarem Paraguaios poderá ser uma alternativa); reviendo os contratos da binacional Itaipú com o Brasil, sobre a Itaipú, em recente reunião com intelectuais, o Presidente LULA afirmou que esse é um tema delicado de ser revisto, porém, ele não fará nada que venha a prejudicar ou fragilizar o novo presidente do Paraguai (uma boa sinalização). Lugo afirma que essa é década da virada do Paraguai. Percebe-se claramente na entrevista, que o mesmo não irá se furtar disso.

Ótimo texto no blog do Emir Sader AQUI, relatando a reunião que LULA teve com “cerca de 40 intelectuais, Antonio Candido, Luis Fernando Veríssimo, Leonardo Boff, Moacir Scliar, Fernando Morais, Luis Gonzaga Belluzzo, Candido Mendes, Dalmo Dallari, Maria Vitória Benevides, Aluisio Teixeira, Marco Antonio Barbosa, Paul Singer, Luis Eduardo Wanderley, Ladislau Dowbor,Walnice Galvão, Margarida Genevois, Adauto Novaes, Leonardo Avritzer, Lucio Kovarick, Gabriel Cohn, entre outros.” O relato tem vários pontos altos, um para mim é especial, a capacidade de LULA saber e reconhecer que está no comando. Emir Sader - “O Lula que os intelectuais encontraram é um Lula muito seguro de si, confiante na realização do seu governo, dominando plenamente os temas que aborda – inclusive no manejo familiar com todas as cifras. A reunião – pela quantidade e qualidade de participantes, mas também pelas intervenções – que foi superado o trauma da ruptura de parte da intelectualidade com o PT e com Lula. Demonstrou-se que, no marco das diferenças existentes, o diálogo é plenamente possível e uma interlocução permanente entre os dois será muito benéfica para ambos.”

O bobageometro funciona assim, você clica AQUI, responde algumas perguntas, após, através de uma fantástica metodologia desenvolvida por algum fantástico sociólogo direitoso da VEJA, você …pinba, saberá finalmente, sem mais dúvidas se você realmente é de esquerda hehehehehe. “Eu sou esquerda moderada liberal”.

Enquanto isso no fantástico mundo de Bob.Discursando ontem no 28º Congresso de Municípios, no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael, YEDA DEFENDE AUMENTO DE SALÁRIO, DO SEU SALÁRIO. Conforme podemos ver nas entre-linhas da ZH de hoje, conforme chamada a seguir e citações abaixo: “Yeda defende aumento de salário”.

Imagina se fosse OLÍVIO o governador !!! A chamada do ZH seria algo tipo assim: OLÍVIO DUTRA PERDE A VERGONHA, APÓS COMANDAR O ROUBO NO DETRAN, AINDA QUER AUMENTAR O SEU SALÁRIO E O DO RESTANTE DA QUADRILHA PETISTA QUE ESTA NO PODER. “Yeda ressaltou que a sua remuneração, de R$ 7,1 mil mensais, impede que secretários, diretores e presidentes de autarquias, fundações e estatais tenham um “salário digno”. Todos ganham menos do que a governadora,com exceção daqueles que detêm outro cargo público e, com isso, podem optar pela remuneração maior. Em maio, a Assembléia Legislativa fixou teto único de R$ 22.111 para todos os servidores públicos estaduais. A partir dessa medida, afirmou a governadora, o Legislativo poderá reajustar o salário dela para que os seus auxiliares possam ganhar mais. Yeda reconheceu que enfrentará resistências por ter seu salário reajustado. Fonte AQUI.

Henrique gravata e lenço iguais Meirelles - presidente do Banco Central, foi o entrevista dessa segunda no Roda viva, entre várias questões importantes abordadas, saliento a seguinte abaixo, nas palavras do próprio Henrique.

“fsjdkjgfkjsjf jskdjfjwksjf nfkjshfkjjhswjf sjfkjklasfkjksaf, jsakfkaskfdhkasd  45% de juros, kjalfdmwef lkwejfjwjefkjkj wenfnwekfn wnefjnwenfnhw kwjefkjwkejk, jdkf,m skdflklkf nsdfnmn Taxa Selic sajdkjaksd, djfcjwejf. em suma, jafjkjjakjf oiewuruuew uqwiqiwq o brasil ajdsjhja não tem a maior taxa de juros do mundo :D”

A jornalista e ativista canadense Naomi Klein analisa o novo estágio do capitalismo pós-11 de setembro: a privatização do desastre. Seu nome circula em todo debate que questiona a arrogância do pensamento único e a imposição do neoliberalismo como modelo econômico irrevogável na era da globalização. Naomi Klein, 38, tornou-se mundialmente conhecida depois do sucesso de Sem logo -  A tirania das marcas em um planeta vendido. Lançado em 2001 e traduzido para 28 idiomas, o livro superou a marca de um milhão de cópias vendidas, fato surpreendente para um volume de 500 páginas que se propõe a denunciar em detalhes os efeitos nocivos do branding, além das práticas de extorsão e exploração do trabalho de corporações como Nike, The Gap, Microsoft e McDonalds. Tornou-se rapidamente um dos maiores manifestos do movimento anti-globalização. AQUI.

Apresentação

BEM VINDO a esse não-lugar. O blog Relatividade não almeja grandes feitos. Ele apenas relativiza questões do cotidiano, entrelaçadas com perspectivas teóricas e práticas.

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