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Filhotes de Ornitorrinco, foto do Ambientalistas em Rede no Facebook.
Publicado por relatividade | Arquivado em Pessoal
29 domingo abr 2012
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Filhotes de Ornitorrinco, foto do Ambientalistas em Rede no Facebook.
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30 sexta-feira mar 2012
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Por PAUL COLLINS na Revista Piauí
Durante o inverno de 1923, num apartamento de New Hampshire, este aviso datilografado foi afixado numa porta fechada:
Ninguém pode entrar neste quarto sem bater se a porta estiver bem fechada (se não estiver fechada com trinco, tudo bem). Se a pessoa neste quarto concordar que alguém pode entrar, ela dirá “Entre”, ou algo parecido. Se não concordar, dirá “Ainda não, por favor”, ou algo assim.
A porta pode ser fechada se não houver ninguém no quarto.
Se uma pessoa quiser entrar, bater e não ouvir nenhuma resposta, isso significa que não há ninguém no quarto. Ainda assim ela não deve entrar.
Razão. Se uma porta está bem fechada e uma pessoa estiver no quarto, a porta fechada significa que a pessoa no quarto quer ficar sozinha.
Através da porta podia-se ouvir o intenso bater de teclas com furiosos retornos do carro de uma máquina de escrever: era o som de uma menina de 8 anos de idade escrevendo seu primeiro romance.
Em 1923, a máquina de escrever não era propriamente um brinquedo de criança, mas para aqueles que acompanhavam as ideias do crítico e editor Wilson Follett, ela era uma grande experiência educacional. Ele já escrevera na revista Harper’s sobre sua filha Barbara, uma menina que aos 3 anos de idade devorava letras e palavras. “Ela sempre via um A na cumeeira das casas e um H em traves de futebol americano.” Um dia, ela entrou no escritório de Wilson e descobriu sua máquina de escrever.
“Conte-me uma história sobre isso”, exigiu.
Essa era a maneira de Barbara pedir qualquer explicação, e depois que o pai fez uma demonstração da máquina maravilhosa, a menina se afeiçoou a ela com ferocidade. A máquina de escrever, seus pais perceberam, poderia desencadear um fluxo torrencial de pensamentos em uma criança superdotada que ainda não tinha a coordenação necessária para escrever a lápis. Continuar lendo »
30 domingo out 2011
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15M, André Lemos, Castells, Churrascão Gente Diferenciada, Cibercultura, Facebook, Jenkins, Marcha da Liberdade, Movimentos Sociais, Primavera Árabe, Redes Sociais, Twitter
Abaixo parte da conclusão do artigo “Nas Redes, nas Telas, nas Ruas” de Carolina Abreu Albuquerque¹. O artigo é básico, curto e de fácil leitura. Apresenta questões centrais como as assimetrias internas nas “redes” e a convergência de comunicação entre grupos “espontâneos” e a “velha” mídia, pontos essenciais para analise da potência transformadora e eficácia anti-sistêmica dos chamados movimentos sociais 2.0.

Vale como fonte de debate, fica a dica.
Para além da dimensão técnica dessas ferramentas, é possível observar como esses movimentos estão inscritos em uma lógica comum, um princípio que sustenta e embasa os modos pelos quais as ações se desenrolam. Características como a espontaneidade de agregação, a organização em rede, a ausência de lideranças estabelecidas e a rejeição (ou, ao menos, não-adesão) aos modos tradicionais de representação parecem estar intimamente relacionadas às formas de comunicação da mass self-communication. Longe de se constituir como uma trincheira, essas formas interagem, tensionam e alimentam as formas consolidadas da comunicação de massa tradicional, conformando uma lógica contemporânea – atravessada pela convergência (e pela divergência) de modos de produzir, consumir e circular produtos culturais.
¹ Mestranda em Comunicação pela UFMG, integrante do Centro de Convergência de Novas Mídias (CCNM/UFMG).
Faça download do Artigo AQUI (411kb .pdf do GT3 do Simsocial)
15 sábado out 2011
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A caminhada #15opoa #15oct #GlobalChange por mudanças globais, democracia real já e combate ao poder das corporações econômicas no sistema político (chamado abaixo) que sairá hoje da Redenção (13h) e irá até a praça da Matriz, terá transmissão ao vivo e on-line pelo link: http://wp.me/p1V3K7-B
Todos os blogs e sites que quiserem retransmitir a caminhada e os atos na praça da Matriz, podem fazer incorporando o código abaixo em seus posts:
<iframe width=”512″ height=”384″ frameborder=”0″ marginwidth=”0″ marginheight=”0″ src=”http://www.z1on.com/player/1125/?src=iframe&loop=1″></iframe>
13 sábado ago 2011
Posted in Economia, Mundo do Trabalho, Pessoal

Ricos: Essa turma cada vez mais é um fardo que pesa nas costas dos mais pobres.
Hoje estou mais aliviado, uma “verdade” que me perseguia na militância política ruiu, agora posso falar tranquilo sobre o “mito da classe média” Brasileira. Segundo dados do instituto Data Popular, publicados no R7 (08), a Classe C já consome e paga mais impostos que a classe média tradicional, algo como 1 trilhão de consumo ao ano, além de mover a economia, “são responsáveis pela grande arrecadação fiscal do governo”.
Cresci escutando o mantra de que a “classe média carrega o Brasil nas costas“, pois bem, agora não pesa mais na medida que discursavam, hoje os pobres levam a velha classe média nas costas, os adversários políticos, jornais impressos e TVs não esqueçam mais, melhoria urbana, saneamento, educação e saúde, por exemplo, são primeiro resultado do trabalho, consumo e impostos dos pobres. O discurso que Bolsa Família é pago pela classe média, agora tem o valor de uma nota de 3 reais.
Segundo dados divulgados pelo R7, “o levantamento considera classe C o grupo com renda familiar em torno de R$ 2.295, ou algo entre R$ 323 e R$ 1.388 por integrante”, bem como, que ”a classe C tem um potencial de consumo maior que as mais ricas, A e B, do topo da pirâmide social”.
Portanto ricos, barbas de molho. Os pobres mandam e mantém essa casa chamada Brasil.
17 domingo jul 2011
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Bosch, Cintia Barenho, Comunismo, Doutor da Peste, Gato Arlecchino, Indochine, Jardim da Delícias, Lucio Uberdan, Massive Attack, Pessoal
A Cíntia Barenho chegou ontem de viagem, tinha tirado férias e ido conhecer um pouquinho da Europa. Passou por Lisboa (Portugal), Londres (Inglaterra), Paris (França), Madri e Barcelona (Espanha), Milão, Verona e Veneza (Itália), Praga (República Tcheca) e Munique (Alemanha).
Na mala veio vários presentes para a casa, alguns permanentes, como uma nova máquina fotográfica, outros não, como chás, cafés e chocolate com maconha (ainda não provamos).
Meus presentes foram diversos, conforme foto acima. Claro que o maior de todos foi a volta da Cica, ainda assim vale nesse espaço im-pessoal descrevê-los, dividir um pouco da alegria por cada um deles ;)
De Paris (Champs Elysees) veio o primeiro presente, o DVD duplo do show do “Indochine” no State de France em 2010, a banda é de 1981, mistura Rock e New Wave, está entre as minhas preferidas da França, seu ápice foi na década de 80. Dias atrás coloquei aqui no blog o vídeo da música “J’ai demandé à la Lune” do Mickey 3D, tocada pelo Indochine nesse show.
O segundo veio de Madri (Museo Del Prado), um mousepad lindo, a pintura é os “7 pecados capitais” de Hieronymus Bosch (1450), El Bosco é um pintor Holandês, Renascentista, famoso por abordar o pecado e a tentação, suas obras influenciaram os surrealistas por séculos. A pintura de Bosch sempre me chamou atenção, desde a graduação em artes eu gostava de olhar suas imagens na internet. O terceiro é também Bosch, o “Jardim das Delícias”, quadrado abaixo (foto), ele desdobra-se em um óculos 3d da pintura, muito legal :)
O quarto veio certo e errado, é o último cd do Massive Atack, “Pray for rain”, por sinal ótimo. O presente foi certo pois gosto de Massive, errado porque a Cintia Barenho queria na realidade trazer o Loussie Ataque, outra banda que gosto bastante. Confusão aparte, o presente foi muito bem vindo. Massive Atack é uma banda inglesa de Trip Hop, a primeira vez que escutei foi num especial do Free Jazz, me chamou atenção a novidade. Vale escutar.
O quinto foi um chaveiro lindo, direto de Veneza, artesanato em couro, é a miniatura da máscara do “Doutor da Peste”, máscara que “doutores” usavam para se “proteger” ao tratar enfermos de peste negra no séc. XIV (imagem). Com o passar dos anos, essas máscaras foram incorporadas ao teatro de rua, alegorias e carnaval.
O sexto também vem de Veneza, o postal do Gato Arlecchino da peça de Dario Fo. Na sequência 3 botons de Praga, o primeiro é o Tanque da Primavera de Praga, depois o clássico boton de Lenin e a Insignia do Exército Soviético.