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Monthly Archives: fevereiro 2012

Karl Marx, IPADs e a Sra. Chen

07 terça-feira fev 2012

Posted by relatividade in Cibercultura, Karl Marx, Pós-modernidade

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Cibercultura, CNN, Foxconn, IPAD, Karl Marx, Pós-modernos, sra. chen

Em recente matéria, a CNN mostra o caso da Sra. Chen, trabalhadora da Foxconn, empresa que monta o IPAD, que nunca tinha visto uma tablet completa. Essa matéria me lembrou um “velho” texto de Karl Marx, aquele que os ciber-pós-modernos dizem estar superado, mesmo sem colocarem nada decente no lugar.

No texto Manuscritos econômicos Filosóficos, 1º manuscrito, Trabalho Alienado, Marx comenta:

 

“…o objeto produzido pelo trabalho, o seu produto, agora se lhe opõe como um ser estranho, como uma força independente do produtor. O produto do trabalho humano é trabalho incorporado em um objeto e convertido em coisa física; esse produto é umaobjetificação do trabalho. A execução do trabalho é simultaneamente sua objetificação. A execução do trabalho aparece na esfera da Economia Política como uma perversão do trabalhador, a objetificação como uma perda e uma servidão ante o objeto, e a apropriação como alienação.

A execução do trabalho aparece tanto como uma perversão que o trabalhador se perverte até o ponto de passar fome. A objetificação aparece tanto como uma perda do objeto que o trabalhador é despojado das coisas mais essenciais não só da vida, mas também do trabalho. O próprio trabalho transforma-se em um objeto que ele só pode adquirir com tremendo esforço e com interrupções imprevisíveis. A apropriação do objeto aparece como alienação a tal ponto que quanto mais objetos o trabalhador produz tanto menos pode possuir e tanto mais fica dominado pelo seu produto, o capital.

Todas essas conseqüências decorrem do fato de o trabalhador ser relacionado com o produto de seu trabalho como com um objeto estranho. Pois está claro que, baseado nesta premissa, quanto mais o trabalhador se desgasta no trabalho tanto mais poderoso se torna o mundo de objetos por ele criado em face dele mesmo, tanto mais pobre se torna a sua vida interior, e tanto menos ele se pertence a si próprio. Quanto mais de si mesmo o homem atribui a Deus, tanto menos lhe resta. O trabalhador põe a sua vida no objeto, e sua vida, então, não mais lhe pertence, porém, ao objeto. Quanto maior for sua atividade, portanto, tanto menos ele possuirá. O que está incorporado ao produto de seu trabalho não mais é dele mesmo. Quanto maior for o produto de seu trabalho, por conseguinte, tanto mais ele minguará. A alienação do trabalhador em seu produto não significa apenas que o trabalho dele se converte em objeto, assumindo uma existência externa, mas ainda que existe independentemente, fora dele mesmo, e a ele estranho, e que com ele se defronta como uma força autônoma. A vida que ele deu ao objeto volta-se contra ele como uma força estranha e hostil.”

Veja então a matéria da CNN (via Gizmodo):

Funcionária da Foxconn que monta iPads mexe no tablet pela primeira vez em sua vida

A “senhora Chen”, como a CNN a chama, trabalha na Foxconn instalando telas de iPad em praticamente todas as horas de sua vida em que ela fica acordada. Além desse ritmo, ela nunca tinha visto um iPad de verdade até a CNN mostrar um para ela. A reação da senhora Chen é surpreendente.

A matéria investigativa, que segue a onda do completo artigo do New York Times sobre os detalhes da Foxconn, mostra aquilo que já sabíamos: muitos funcionários da Foxconn reclamam das condições inumanas enquanto constroem diversos de nossos gadgets:

Durante meio primeiro dia de trabalho, um funcionário mais antigo me disse: “por que você veio para a Foxconn? Não cogite mais isso novamente e vá embora agora mesmo”… Os funcionários da Foxconn tem um teoria: eles usam homens e mulheres como máquinas… Há outra forma de dizer isso: ‘eles usam mulheres como homens, e homens como animais’.”

Mas quando a senhora Chen pega um iPad na mão — um objeto que para ela é como um extraterrestre, apesar de ela olhar para ele todos os dias — ela adora a tábua que consome todos os dias de sua vida. “Eu gostei”, ela diz, dizendo ainda que gostaria de ter um algum dia, se ela tivesse dinheiro para isso. [CNN via 9to5Mac]

Convencido, não?

Leia o texto Manuscritos econômicos Filosóficos de Marx, 1º manuscrito, Trabalho Alienado AQUI. Veja a “desatualização”.

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TAM (@TAMAirlines) é acusada de transportar macacos para laboratórios – Boicote já!

06 segunda-feira fev 2012

Posted by relatividade in Animais

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Direito dos animais

Macacos amontaoados em caixas e gaiolas são transportados para experimentação em laboratórios.

Por Natalia Cesana (da Redação) - Via Coletivo ANDA.

Para os "humanitários" a foto é do 03065-12.

Para os "humanitários" a foto é do 03065-12.

A British Union for the Abolition of Vivisection (BUAV) divulgou nesta segunda-feira, dia 30, o nome de mais uma companhia aérea envolvida no transporte de primatas para fins experimentais. Trata-se da empresa brasileira TAM Linhas Aéreas. A companhia é acusada de transportar 11 saguis do Brasil para a Universidade de Nebraska, nos EUA.

(Foto: Reprodução/BUAV)

Milhares de primatas são transportados por centenas de quilômetros mundo afora a serviço da indústria de pesquisa. Alguns são capturados na selva e cruelmente arrancados de seus grupos. Outros são criados em cativeiro e vivem confinados.

Nos últimos anos, um número crescente de companhias aéreas interrompeu seu envolvimento no transporte de primatas. Recentemente passaram a integrar essa lista a American Airlines, Caribbean Airlines e a IBC Airways.

A BUAV ressalta sua preocupação com os direitos animais. Ao longo dos anos muitos acidentes têm ocorrido pelo mundo, causando sofrimento e até a morte destes animais durante a viagem para os laboratórios. As causas da morte dos macacos geralmente estão relacionadas com pneumonia, gastroenterite, desidratação, perda de peso e infecções.

(Foto: Reprodução/BUAV)

Manifeste-se

Por favor, entre em contato com a TAM Linhas Aéreas e peça o fim do envolvimento da empresa em um ato de crueldade e sofrimento como esse, que está intrinsecamente ligado ao comércio de primatas para pesquisa:

Emails: tamimprensa@tam.com.br e responsabilidade.social@tam.com.br .

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Ciberguerra vs Cuba: Los gobiernos incómodos del “Cuarto Mundo”

06 segunda-feira fev 2012

Posted by relatividade in Ciberespaço, Ciberguerra

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Cibercultura, Ciberdemocracia, Ciberguerra

Por Mauricio Manuel Reyes, especial paraCubadebate

Un proceso de desarrollo tecnológico vertiginoso y cada vez más global ha generado una revolución en las infocomunicaciones, que transforma progresivamente el modo de pensar, producir, consumir, comerciar, gestionar y relacionarse entre las personas, estableciéndose como cultura el concepto de “virtualidad real”, es decir, lo real no es solo el mundo físico como hace 20 años, sino la unidad entre lo tangible y el universo virtual.

ciberguerra-press

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Según un artículo divulgado por la agencia BBC Mundo el 25 de enero pasado, la red digital global avanza como un voraz huracán y pocas veces hay oportunidad para detenerse en el camino y reflexionar sobre su crecimiento. Donde antes reinaban las ventas de estéreo hoy imperan las de auriculares. Si nos subiéramos a una máquina del tiempo y viajáramos 10 años atrás descubriríamos que para tomar una foto, escuchar música o filmar un video se empleaban tres dispositivos diferentes. Pero ahora estas actividades -y otras más- se han mudado a un solo equipo: el teléfono inteligente.

Como es lógico, un proceso de evolución tecnológica como este, dominado por monopolios que responden a las minorías más poderosas, favorece el amplio acceso para determinados segmentos o capas sociales y genera una asimetría con relación a otros grupos poblacionales – carentes de importancia para los intereses del capitalismo global – que los desconecta cada vez más de los servicios que generan poder cultural y económico. A esta masa de personas sin posibilidades reales de incidir de forma plena en el mundo profundamente interconectado, algunos investigadores lo denominan el “Cuarto Mundo”.

En ese escenario internacional desigual avanza la sociedad cubana, que utiliza su limitado acceso al ciberespacio como herramienta educativa al servicio de sus ciudadanos y para la difusión de la verdad; mientras el mayor imperio de la historia, mediante un bloqueo económico y comercial, le impide a esta pequeña isla obtener los recursos necesarios para extender los servicios en la web a su pueblo. Ese gobierno que nos ataca y sus aliados europeos, generan campañas mediáticas, mediante las cuales divulgan falacias como el supuesto temor del gobierno cubano a liberar el acceso pleno a Internet y sus redes sociales, a la vez que censura toda información sobre la permanente agresión tecnológica que enfrenta nuestro país.

Este cerco no tiene precedentes en la historia desde la segunda mitad del siglo pasado, cuando muchos de los avances científico-técnicos se convirtieron en instrumentos indispensables para la cruzada contra el Socialismo, como parte de la Guerra Fría.

La administración Obama ha aprobado millonarios fondos dirigidos a fomentar el cibermercenarismo en la isla; difamar sobre Cuba a través de las tecnologías de la comunicación, así como conformar plataformas digitales diseñadas expresamente para evadir el control del Estado cubano. El propio diario The New York Times publicó en el mes de junio del 2010 que la Casa Blanca lidera un esfuerzo global para crear una Internet a la “sombra” o “Internet en una maleta” y sistemas de telefonía móvil para “disidentes”, con el objetivo de “minar gobiernos incómodos”, lo que incluye proyectos secretos dirigidos a establecer redes independientes y garantizar a varios usuarios el acceso inalámbrico al ciberespacio mediante plataformas portátiles (Wi-Fi), fáciles de transportar por fronteras.

Un caso lleno de equipos suficientes para configurar una red autónoma, metropolitana Wi-Fi. La New America Foundation, un grupo de investigación no partidista, está desarrollando una red portátil, WiFi basada en que podrían ser llevados a regiones impugnada y que los grupos disidentes de crear redes independientes de una red controlada por el gobierno. Crédito: Philip Scott Andrews / The New York Times

Red en una maleta. Un equipaje lleno de equipos suficientes para configurar una red autónoma, metropolitana Wi-Fi. La New America Foundation, un grupo de investigación no partidista, está desarrollando una red portátil, WiFi, basada en que podrían ser llevados a regiones enemigas de EEUU para crear redes independientes de una red controlada por el gobierno. Crédito: Philip Scott Andrews / The New York Times

Bajo esta estrategia injerencista, es “legal” para el Ejecutivo estadounidense fabricar “ciberdisidentes” o mercenarios virtuales orientados a difundir mensajes manipulados o realizar llamamientos a la desobediencia civil en Cuba, empleando plataformas como Twitter, Facebook, Blogs y otras.  Ante esta hostilidad permanente, no se descarta que en el futuro inmediato se incremente las acciones subversivas hacia la isla con el empleo de las tecnologías, e incluso se generen acciones de ciberguerra, que supone la intervención directa del Ejército en una guerra con todas las de la ley, apelando al uso de las redes informáticas que controlan las infraestructura crítica de cualquier país.

De hecho, el jefe de la Casa Blanca recientemente facultó al Departamento de Defensa para desarrollar operaciones ofensivas en el ciberespacio si Estados Unidos se ve “amenazado” por sus “adversarios” incluso, si estas acciones no fueran suficiente por el  “daño” causado a la nación norteña, se prevé aplicar la opción de intervención militar. Para su materialización Obama creó el Cibercomando como infraestructura y el marco legal lo estableció con la “Estrategia Internacional Estadounidense para el Ciberespacio”.

La Ciberguerra es potenciada por el imperialismo para subvertir a otras naciones, convirtiendo a Internet en un campo de batalla, donde se emplean como armas las herramientas informáticas, computadoras y redes digitales. En ese esquema, la estrategia subversiva no es secundaria, sino la antesala de la guerra frontal en la que intervienen las armas y que siempre comienza con la fabricación de los pretextos para la invasión. Contra Cuba se materializa a través de la propagación permanente en la web de contenidos contrarrevolucionarios por mercenarios en la isla o individuos y organizaciones anticubanas radicadas en el propio territorio estadounidense y en países aliados de Europa.

El financiamiento para estas actividades proviene de los 20 millones de dólares anuales  que el Congreso de los Estados Unidos destina para la subversión contra el país caribeño, el cual se canaliza a través de la USAID, organización especializada en planes desestabilizadores contra Cuba. Según un artículo publicado en el sitio digital “Las Razones de Cuba”, esta entidad ha contado con 150 millones de dólares desde 1990 para destruir la Revolución, sin éxito alguno.

Este derroche del dinero de los contribuyentes norteamericanos, generó preocupación en el senador John Kerry, quien en el 2010 cuestionó la utilidad real de estos fondos ante la inefectividad de las acciones subversivas planeadas contra la isla durante décadas.

Otra organización de esta misma cofradía que también se incorporó a la estrategia subversiva contra Cuba empleando el componente tecnológico como instrumento esencial, es el Instituto Republicano Internacional (IRI), nacida en 1983 bajo el auspicio del entonces presidente Ronald Reagan.

El pasado año la prensa plana, la televisión y radio cubanas, puso al descubierto los planes del IRI dirigidos a entregar equipos de comunicación a personas en la isla y crear plataformas digitales “independientes” con el objetivo de “romper” el supuesto bloqueo informativo; incrementar el acceso y el flujo de información sobre “democracia, derechos humanos y la libre empresa hacia, desde y dentro de Cuba, a través de acceso sin censura a Internet”, particularmente a partir de proveer tecnología de punta capaz de evitar las “restricciones del gobierno cubano”, nada más parecido a un intento de desestabilización interna al estilo de lo ocurrido en naciones de África del Norte y Medio Oriente o la fórmula empleada con Libia.

En los últimos años el IRI ha financiado contratos para el mantenimiento y apoyo de proyectos tecnológicos en Cuba, de carácter injerencistas. Estos cubren el viaje, costos de consultoría, algún hardware y hospedaje de administradores de redes, servicio de telefonía móvil y el apoyo a la conformación de páginas web por blogueros al servicio de Washington.

Esa estrategia, cuya finalidad a simple vista parece inofensiva y así lo intenta promover el gobierno estadounidense y sus mercenarios, es un plan concebido para la subversión y el espionaje contra nuestro país. Para su aseguramiento envían emisarios que recorren toda la isla, contactan, entrenan y abastecen a los cibermercenarios, lo cual constituyen actos ilegales del gobierno de los Estados Unidos. Si fuera Cuba la que pretendiera cambiar el régimen imperante en esa nación e introdujera ilegalmente tecnología para crear redes de “disidentes”, no cabe dudas que su Ejecutivo lo consideraría un acto de guerra y el Cibercomando del Pentágono junto con la IV Flota atacarían inmediatamente a nuestra isla.

En estas aventuras subversivas con el empleo de tecnologías de punta, el IRI es acompañado por otra ONG: la Fundación Panamericana para el Desarrollo (FUPAD), creada en 1962 por mandato de la OEA y auspicio de la CIA, es una de las beneficiadas de los fondos de la USAID, para promover la desestabilización interna en la isla. Según el sitio web Cuba Money Proyect, en el año 2007, de un total de 13.3 millones de dólares distribuidos por la USAID, firmó un contrato por 2.3 millones para apoyar a la contrarrevolución en nuestro país; y en el 2009, de un presupuesto asignado de 15 620 000 millones de dólares, recibió 3 millones para iguales fines contra la mayor de las Antillas. Con este financiamiento garantiza el suministro para los mercenarios de blackberries, móviles de última generación, Bgan y otros artefactos, que necesitan activarse desde terceros países a altísimos costos.

Después de este análisis, es indudable que Cuba figura como un blanco seguro dentro del esquema de subversión, delito electrónico y ciberguerra patrocinados por Estados Unidos. En su legítima defensa, nuestro país debe continuar potenciando su incorporación al proceso global de desarrollo de las infocomunicaciones dirigido a lograr el avance socioeconómico que deseamos, pero también a fortalecer el combate ideológico en Internet y sus redes sociales.

Para una nación que según la Unión Internacional de Telecomunicaciones ocupa el cuarto lugar mundial en habilidades potenciales de sus ciudadanos en el empleo de las infocomunicaciones, de un rango de 152 naciones, constituye un reto emplear sus capacidades en la defensa ante un enemigo que no descansará de agredirnos a través de disímiles vías, incluido el ciberespacio, por la sencilla razón de haber escogido un destino diferente para su pueblo. Como afirmara nuestro Comandante en Jefe en su Reflexión del 24 de enero pasado, perdurar como “La fruta que no cayó” nunca en el seno del imperio.

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