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Relatividade…

~ Um não-lugar que não almeja grandes feitos.

Relatividade…

Monthly Archives: dezembro 2010

O falso Capitalismo não gosta quando o verdadeiro olha pra ele e diz: – Te ferrei mané.

19 domingo dez 2010

Posted by relatividade in Capitalismo

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Adam Smith, Capitalismo, David Ricardo, IPAD, Pirataria, São Paulo, Tablets

O Capitalismo contemporâneo é um verdadeiro arremedo contraditório a sua história e conceito, David Ricardo e Adam Smith, teóricos do capitalismo e da Economia Política, já determinavam distorções que poderiam colocar o Capitalismo em risco, a saber uma das principais: o monopólio.

A concorrência e a liberdade da produção era a “alma do negócio”, se monopolizado ou exclusivo a concorrência estaría em xeque. O falso capitalismo contemporâneo idolatra o monopólio, as chamadas “patentes” são exemplos concretos dessa desvirtuação teórica.

Cada vez que o falso capitalismo sente-se ameaçado ele grita, PIRATARIA!!!!

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“Bom dia, camarada. Mais um dia para buscar o pão e para se organizar nesse processo revolucionário”

19 domingo dez 2010

Posted by relatividade in Autogestão

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Autogestão, Chávez, Folha de São Paulo, Mídia, Venezuela

Dona de um DNA liberal, as posições do Jornal Folha de São Paulo frente a temas de concepção de sociedade acabam sempre por fazer coro ao pensamento único, e fato, mais em disputa política do que em razão. Por dezenas de anos as formas não capitalistas de organização social eram tidas como antidemocráticas, hoje, pelo contrário, animações do formato autogestionário de organização de territórios de forma horizontal, onde se experimentam (discute-se e executa-se) da política a economia de forma concreta, são expressões incontestáveis da democracia sendo radicalizada e ampliada.

Sendo assim, frente a uma experiência de democracia levada a mais ampla prática de participação e horizontalidade, que discurso e abordagem faz um jornal (imagem abaixo) que se diz um dos pilares da defesa da democracia? Simples, reduz a pauta e não informa.

http://www.brasilautogestionario.org/wp-content/uploads/2010/12/foto.png

Por Lucio Uberdan.

Em “Nas comunas Chaves cria a sua utopia”, publicado hoje na pág. A16 Folha de São Paulo, temos a solução desse enigma, ou sendo mais raso e deselegante, a demonstração da pergunta e resposta a questão acima de forma rasteira e revanchista. Não podendo lutar com a realidade da constatação da melhora substancial que a autogestão proporciona na comuna Pana 2021, seja política ou econômica, o jornal brasileiro opta por uma abordagem terrorista, ainda que comedida e transfigurada de jornalismo.

E fato que o texto não nega a frase mais potente da matéria: “aqui e muito mais barato, ponho o dobro de dinheiro para comprar carne em outro local”, de autoria da moradora Maria de Briceno (67), comunidade 23 de Enero, ao escolher uma peça de pernil no mercado comunal. A Frase que ganha destaque no texto, deveria ser a senha para opção de seguimento de um artigo inteligente que comunica, afinal, por que a dona Maria paga mais barato um produto de primeira necessidade no Mercado Comunal? Que valores definim e animam uma comunidade de uma comuna na contemporaneidade? Informação e comunicação em primeiro lugar.

Mas não foi essa a escolha do jornal.

Lutando contra a realidade e a boa informação, a Folha de São Paulo opta por dar outra dimensão e importância ao artigo, traz para o centro da questão por livre e espontânea vontade um tema infinitamente menor, descontextualizado inclusive, a disputa política partidária da Venezuela. Em vez da autogestão, tema que poderia ate ser abordado pelo viés da administração, tem-se apenas mal traçadas linhas ideológicas sobre política partidária, garantia necessária para o devido enxerto da oposição Chavista na matéria. De economia, democracia e desenvolvimento local, o texto transforma-se e rebaixa-se a simplórias questões eleitorais, já a FOLHA apresenta-se como ferramenta da oposição.

Comporta-se como um jornaleco funcional.

A prática autogestionária que traz benefícios diretos a comunidade em questão, demonstrada nas primeiras linhas do texto serão “caladas”, no simplorismo por opção a pratica será redigida como uma potente forma de manter Chávez no poder, organizar grupos extremistas e, no auge ficcional de Flavia Marreiro, a autogestão será uma afronta a democracia. A jornalista que nunca deve ter escutado sobre esse tema, acaba assim demonstrando a sua ignorância elevada a décima potência.

Sem nem usar maquiagem para tal clarividência cognitiva.

Com a opção da ignorância como conceito, e o rebaixamento máximo das possibilidades da pauta como trajeto, o DNA da Folha poderá aflorar agora em toda sua potencialidade pelas mãos e texto da jornalista. Ela sugere nas entrelinhas, a pior forma de sugestão dado sua pouco nobreza e falta de corageme, que a comuna é uma prática antidemocrática. Como explicação temos a apresentação do pensamento único liberal, a apologia ao terror e o apóio a oposição Chavista.

A autogestão e a democracia direta serão pintadas e transformadas em todo o texto num ataque a democracia, em práticas antidemocráticas, motivo? A ampliação da participação, a politização popular e as relações econômicas mediadas por critério sociais que não o lucro privado.

De fato uma afronta a democracia, só não sei qual Sra. Fátima.

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Yeda Crusius (PSDB) inaugura a RS-471 de Mercedes, com Papai Noel e ao som de Eric Clapton

16 quinta-feira dez 2010

Posted by relatividade in Política, Yeda Crusius

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Política, Rio Grande do Sul, Yeda Crusius

Yeda Crusius (PSDB), governadora do Estado do Rio Grande do Sul, derrotada na eleição de 2010, anunciou hoje que abrirá uma agência de marketing viral para a internet, “Parlapatona de guerrilha web”, no dia de hoje a nova empresária já divulgou seu primeiro viral, o Route 471, feito sobre medida para a empresa Easy Rider corp.

No vídeo de estréia da marqueteira Crusius, usou-se de locação a RS-471 e uma Mercedes, a estrela foi acompanhada pelo Papai Noel e mais dois simplórios anões, a trilha (sem créditos) e jabá é de Eric Clapton. Todas as tomadas foram feitas por um único carro extra, o Alfa Romeu do antiquário Délcio Martini, foram usadas câmeras de Nokia e do smarth Samsung, a edição foi feita no computador “fixo e de mesa” que a Governadora disse que usa para twittar.

A cereja do bolo: A Mercedes que Yeda usa no video tem duas multas vencidas no Detran – Carro KNG 8570 (corrigido)


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O Encontro de Blogueir@s e Tuiteir@s do RS

15 quarta-feira dez 2010

Posted by relatividade in Blog, Blogs, Blogueiros Progressistas, Blogues

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Blogs, Blogs Sujos, Blogueiros Progressistas, Rio Grande do Sul

O Encontro de Blogueir@s e Tuiteir@s do RS será realizado entre os dias 1º e 3 de abril de 2011, na Casa dos Bancários, Porto Alegre.

Altamiro Borges, Presidente do Centro de Mídia Barão do Itararé e blogueiro, fará a abertura do Encontro no dia 1º de abril, 20h, com o tema Panorama da blosgosfera brasileira: histórico e desafios..

No sábado e no domingo, serão dias de debate, oficina e encontro para trocas de experiências entre @s participantes. Como o tempo é exíguo, os temas para debate são muitos, a Comissão Organizadora do Encontro escolheu dois temas para o painel de sábado pela manhã, a saber, 1º) Internet e 2º) Políticas Públicas para a Internet. E optou pela abertura de uma Consula Pública, seguida de enquete, aberta à comunidade riograndense, para que esta defina o tema do 3º painel de sábado pela manhã, respondendo nos comentários:

* Que tema gostarias de debater no encontro de blogueir@s e tuiteir@s do RS?

* A primeira etapa constará de respostas nos comentários durante o mês de dezembro de 2010. Vale, inclusive, menções e copiar/colar;

* A segunda etapa constará de enquete, a partir das sugestões enviadas e a Comissão Organizadora será a responsável pela seleção.

Então, vamos lá! Participa! – Fonte: BlogprogRS

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Guru Digital é que nem o Mestre dos Magos, fornece ferramenta e enigma, raramente a saída.

15 quarta-feira dez 2010

Posted by relatividade in Cibercultura

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Cibercultura, Internet

O Mestre dos Magos de "A caverna do Dragão" sabia tudo, menos o que realmente importava aos seus pupilos, voltar para casa.

Ótimo debate traz o artigo de Walter Lima publicado no IdgNow, avessos a leitura, pesquisa, experimentação, bem como ao tempo necessário para que as boas idéias e questões constituam-se de forma coesa, o mercado brasileiro deu a luz  no último período ao Guru Digital movido a achismo e um discurso Hiper Megalomaníaco Conectado. Por vezes acertam, é bem verdade, mas no geral seguem tendências e conceitos de gigantes do setor, são máquinas de disperdiçar dinheiro, afinal, quem e como irá se medir o fracasso? Assim como o Mestre dos Magos de “A Caverna do Dragão”, o Guru Digital fornece ferramentas e enigmas,  mas raramente a saída para as questões principais.

“O guru das redes sociais é uma espécie de Paulo Coelho conectado” por Walter Lima

Vivemos uma era interessante do ponto de vista do entendimento humano de como se estruturam e funcionam os sistemas complexos. Para Hermann Haken, “de uma maneira ingênua nós podemos descrevê-los como sistemas que são compostos por muitas partes, elementos, ou componentes que podem ser do mesmo ou de diferentes tipos.

Os componentes ou partes podem ser conectados de modo mais ou menos complicado”, sendo percebidos como coerentes no seu todo e possuindo todos os seus componentes relacionados em diversos níveis.

A partir desse conceito básico, pode-se afirmar que as redes computacionais estão na categoria dos sistemas complexos, pois proporcionam ambiente de numerosas conexões para troca de dados e informações, sendo elas produzidas, distribuídas e apropriadas pelo ser humano por diversas maneiras.

A Web é um sistema complexo. Para analisar o ‘comportamento da Web’, é necessário entender quais são os seus componentes, as relações, as conexões, os laços, as tecnologias, as formas de apropriação, os tipos de dados etc.

Longo percurso – Dificil? Sim, muito difícil, mas não impossível. Estamos no início de uma tecnologia que ainda não completou duas décadas de existência. O entendimento sobre sistemas complexos na Biologia, por exemplo, o funcionamento de um determinado vírus, demanda muitos anos de pesquisa e a invenção de tecnologias apropriadas para entender aquele fenômeno.

Mas entre o espaço de tempo do não-entendimento sobre o funcionamento dos sistemas complexos (Web) e o surgimento de tecnologias eficientes que revelam o universo escondido da estrutura de funcionamento deles, emerge um tipo de ser humano “importante” para que os ‘leigos’ sejam levados ao ‘verdadeiro conhecimento’: o guru das redes sociais.

No livro “O Império do efêmero”, Gilles Lipovetsky discorre sobre o mundo da moda e do luxo, no qual as grandes estruturas determinaram a organização social das aparências. Nesse universo existe um exército de consultores, mas poucos profissionais compreendem como se configura a organização social das aparências.

O vácuo entre o que achamos que acontece com os sistemas complexos e o seu entendimento científico pode demorar dezenas de anos. Nesse período, acontece o que o astrônomo e pesquisador no campo da astrobiologia Carl Sagan denominou de “O mundo assombrado pelos demônios”, título de um dos livros mais importantes do divulgador científico. O que não conseguimos explicar racionalmente, encontramos justificativas no ‘mundo mágico’.

Mundo mágico da web – É nesse “mundo mágico” que emerge no campo da Web o guru das redes sociais. Ele possui um grande área de atuação, um Império. Transita tranquilamente demonstrando todo o seu “conhecimento” sobre a Web e como as empresas podem tirar proveito da rede.

Como ainda não sabemos como funcionam e se estabelecem os fluxos informativos nas redes sociais, pois não temos tecnologia que possam captar com segurança e alguma precisão esses movimentos informativos, o guru das redes sociais é uma alternativa bastante procurada pelas empresas ávidas a entender o funcionamento da rede e como utilizá-la empresarialmente.

Demonstrando cases de sucesso, com apresentações pirotécnicas, profusões de dados que verificados minimamente sucumbem, linguajar com vários termos hypes e em inglês, o guru das redes sociais desfila pelo mundo das corporações como se fosse o Paulo Coelho conectado.

O ponto de encontro sinérgico acontece quando os responsáveis pelas áreas de redes sociais das empresas, profissionais bastante cobrados por resultados, pois cases clássicos (repetidos a exaustão) se espalham pela rede como erva daninha, necessitam justificar o investimento no setor.

Nessa relação, se nada der certo, os dois lados não perdem. Não perde o guru, pois ele não tem compromisso nenhum com os resultados, e também não perde o responsável pelas redes sociais na empresa, pois chamou o que existe de “melhor” no mercado. Mas quem perde é a empresa. Ela gasta tempo, dinheiro e se desgasta perante aos seus clientes.

A melhor solução – Então, qual a solução? As empresas necessitam criar núcleos de desenvolvimento com pesquisadores, profissionais de comunicação e de tecnologia. Precisam desenvolver tecnologias específicas, ou seja, coadunadas com o ramo da empresa, com a sua cultura, com o seu tipo de público e com a sua estratégia de desenvolvimento.

A formação desse tipo de configuração de inteligência demora certo tempo e os bons resultados também. Cito o caso de pesquisa aplicada nessa área, que consumirá dois anos e já guardou cerca de 20 milhões de dados com o objetivo de entender os fluxos informativos nas mídias sociais nas eleições presidenciais.

O projeto apoiado pelo CNPq chama-se Neofluxo, que reúne pesquisadores em comunicação, cientistas da computação e profissionais do mercado de redes sociais, alguns com formação híbrida.

Como no mundo corporativo atual tudo é para ontem e o imediato é mais importante do que o conhecimento, os gurus das redes sociais terão vida longa.

Vivemos uma era interessante do ponto de vista do entendimento humano de como se estruturam e funcionam os sistemas complexos. Para Hermann Haken, “de uma maneira ingênua nós podemos descrevê-los como sistemas que são compostos por muitas partes, elementos, ou componentes que podem ser do mesmo ou de diferentes tipos.

Os componentes ou partes podem ser conectados de modo mais ou menos complicado”, sendo percebidos como coerentes no seu todo e possuindo todos os seus componentes relacionados em diversos níveis.

A partir desse conceito básico, pode-se afirmar que as redes computacionais estão na categoria dos sistemas complexos, pois proporcionam ambiente de numerosas conexões para troca de dados e informações, sendo elas produzidas, distribuídas e apropriadas pelo ser humano por diversas maneiras.

A Web é um sistema complexo. Para analisar o ‘comportamento da Web’, é necessário entender quais são os seus componentes, as relações, as conexões, os laços, as tecnologias, as formas de apropriação, os tipos de dados etc.

Longo percurso

Dificil? Sim, muito difícil, mas não impossível. Estamos no início de uma tecnologia que ainda não completou duas décadas de existência. O entendimento sobre sistemas complexos na Biologia, por exemplo, o funcionamento de um determinado vírus, demanda muitos anos de pesquisa e a invenção de tecnologias apropriadas para entender aquele fenômeno.

Mas entre o espaço de tempo do não-entendimento sobre o funcionamento dos sistemas complexos (Web) e o surgimento de tecnologias eficientes que revelam o universo escondido da estrutura de funcionamento deles, emerge um tipo de ser humano “importante” para que os ‘leigos’ sejam levados ao ‘verdadeiro conhecimento’: o guru das redes sociais.

No livro “O Império do efêmero”, Gilles Lipovetsky discorre sobre o mundo da moda e do luxo, no qual as grandes estruturas determinaram a organização social das aparências. Nesse universo existe um exército de consultores, mas poucos profissionais compreendem como se configura a organização social das aparências.

O vácuo entre o que achamos que acontece com os sistemas complexos e o seu entendimento científico pode demorar dezenas de anos. Nesse período, acontece o que o astrônomo e pesquisador no campo da astrobiologia Carl Sagan denominou de “O mundo assombrado pelos demônios”, título de um dos livros mais importantes do divulgador científico. O que não conseguimos explicar racionalmente, encontramos justificativas no ‘mundo mágico’.

Mundo mágico da web

É nesse “mundo mágico” que emerge no campo da Web o guru das redes sociais. Ele possui um grande área de atuação, um Império. Transita tranquilamente demonstrando todo o seu “conhecimento” sobre a Web e como as empresas podem tirar proveito da rede.

Como ainda não sabemos como funcionam e se estabelecem os fluxos informativos nas redes sociais, pois não temos tecnologia que possam captar com segurança e alguma precisão esses movimentos informativos, o guru das redes sociais é uma alternativa bastante procurada pelas empresas ávidas a entender o funcionamento da rede e como utilizá-la empresarialmente.

Demonstrando cases de sucesso, com apresentações pirotécnicas, profusões de dados que verificados minimamente sucumbem, linguajar com vários termos hypes e em inglês, o guru das redes sociais desfila pelo mundo das corporações como se fosse o Paulo Coelho conectado.

O ponto de encontro sinérgico acontece quando os responsáveis pelas áreas de redes sociais das empresas, profissionais bastante cobrados por resultados, pois cases clássicos (repetidos a exaustão) se espalham pela rede como erva daninha, necessitam justificar o investimento no setor.

Nessa relação, se nada der certo, os dois lados não perdem. Não perde o guru, pois ele não tem compromisso nenhum com os resultados, e também não perde o responsável pelas redes sociais na empresa, pois chamou o que existe de “melhor” no mercado. Mas quem perde é a empresa. Ela gasta tempo, dinheiro e se desgasta perante aos seus clientes.

A melhor solução

Então, qual a solução? As empresas necessitam criar núcleos de desenvolvimento com pesquisadores, profissionais de comunicação e de tecnologia. Precisam desenvolver tecnologias específicas, ou seja, coadunadas com o ramo da empresa, com a sua cultura, com o seu tipo de público e com a sua estratégia de desenvolvimento.

A formação desse tipo de configuração de inteligência demora certo tempo e os bons resultados também. Cito o caso de pesquisa aplicada nessa área, que consumirá dois anos e já guardou cerca de 20 milhões de dados com o objetivo de entender os fluxos informativos nas mídias sociais nas eleições presidenciais.

O projeto apoiado pelo CNPq chama-se Neofluxo, que reúne pesquisadores em comunicação, cientistas da computação e profissionais do mercado de redes sociais, alguns com formação híbrida.

Como no mundo corporativo atual tudo é para ontem e o imediato é mais importante do que o conhecimento, os gurus das redes sociais terão vida longa.

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Chinese Ipad Band, vale escutar.

14 terça-feira dez 2010

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Chinese Ipad Band, Cibercultura, IPAD, Tablets

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“Para os seres atentos, o mundo é um só”. Heráclito

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