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Monthly Archives: maio 2008

“Radiohead All I Need” O que mais deverá estar por baixo do “sucesso” Chinês?

31 sábado mai 2008

Posted by relatividade in Capitalismo, Reflexão, Vídeos

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Vídeo do Radiohead para All I Need. O clipe foi lançado no dia 1º de maio como parte da campanha MTV Exit (End Exploitation and Trafficking), contra a escravidão, tráfico e trabalho infantis. O clipe mostra um dia na vida de uma criança de classe média inglesa e de uma criança que trabalha em uma fábrica de calçados chinesa.

O que mais deverá estar por baixo do “sucesso” Chinês?

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Alfonso Cano é o novo comandante das Farc.

28 quarta-feira mai 2008

Posted by relatividade in Pessoal

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Guillermo León Sáenz Vargas, conhecido como Alfonso Cano, é o novo chefe do bloco occidental das FARC em substituição a Marulanda “Tirofijo” que faleceu em 26 de março último. Nascido em 22 de julho de 1948 em Bogotá, Alfonso Cano estudou Antropologia e direito na Universidad Nacional da Capital.

Nos anos setenta, militou no Partido Comunista, do qual chegou a ser um dos principais líderes. Naquela época foi detido em várias ocasiões. Nos anos oitenta, já nas fileiras da guerrilha, participou da formação da União Patriótica, nascida como parte das negociações de paz com o presidente Belisario Betancourt (1982-1986).

Após a morte e desaparecimento de 3 mil militantes da União Patriótica em mãos de paramilitares e militares, ele se encarregou da direção do bloco noroeste das FARC na região de Urabá, fronteira com Panamá. Desde o ano 2000, é responsável pelo Movimento Bolivariano da Nova Colômbia. Sobre suas costas estão 47 ordens de busca e captura e uma “circular vermelha” da Interpol. Em que pese isso, encabeçou a delagação da guerrilha nas conversações frustradas com o governo de Cezar Gaviria (1990-1994), em Caracas, e na localidade mexicana de Tlaxcala, em 1991 e 1992.

Um antigo companheiro da Universidade resaltou que Cano foi “ um excelente estudante de história, e que o apaixonava as ciências políticas. Sabe escutar e respeitar as posições de seus adversários políticos e busca sempre uma saída política”, salientou. Um de seus seis irmãos é membro da Comissão do Governo de Bogotá pelo Pólo Democrático.

(Na foto: Cano, ao lado de Marulanda, é o novo Comandante das FARC)

Fontes: KAOSENLARED e ECONOMIASOCIALISTA

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“FOLHA DE SÃO PAULO – 25 DE MAIO” – crítica gratuita (Parte II)

25 domingo mai 2008

Posted by relatividade in Jornais, Política

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Hoje o caderno DINHEIRO da FOLHA DE SÃO PAULO, página B2, estampa o ótimo artigo – Os índios e Nossas Fronteiras de Rubens Ricupero (Economista e Ex-Ministro da Fazenda de Itamar Franco) – imagem do artigo AQUI. Ricupero recupera o período em que estava no Itamaraty, como interino da Divisão de Fronteiras, época que mantinha contato com os responsáveis do Exército pelas demarcações fronteiriças do Brasil, a quase 30 anos atrás. Na época, o Coronel Ivonildo Dias Rocha era o responsável pela campanha demarcatório na fronteira entre Brasil e Venezuela, em Roraima. Ricupero tece suas posições com respeito a questão fundiária que divide os indígenas e o agronegócio em Roraima, por sinal, suas posições lembram bastante as de Viveiros de Castro em entrevista já comentada AQUI. Ricupero também recupera falas do coronel Ivonildo que deverão deixar o Coronel Heleno, atual responsável pela Amazônia, envergonhado e um pouco mais pensativo para não falar bobagem. Ambos exemplos, postura do Coronel Ivonildo – 30 anos atrás, como os argumentos de Ricupero no dia de hoje, trazem solidariedade e clareza. Mostram que nem tudo esta perdido na queda de braço da Raposa Serra do Sol.

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“FOLHA DE SÃO PAULO – 25 DE MAIO” – crítica gratuita (Parte I)

25 domingo mai 2008

Posted by relatividade in Jornais, Política

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Folha de São Paulo

De posse de um bom chimarrão e biscoitos, com a companheira ao lado lendo um especial do Maio de 68, aproveito agora nesse belo domingo para dar uma passada de olho mais crítica na FOLHA DE S. PAULO de hoje – DOM. 25 Maio AQUI.

A FOLHA é algo muito esquizofrênico, a mesma não difere das outras tantas empresas do ramo da mídia, ao distanciar-se do que seria a velha tese do jornalismo em uma sociedade “democrática”, o tal jornalismo alicerçado e criterioso aos fatos, aquele dito “imparcial”. Junto aos seus pares, bate asas esvoaçantes e firmes rumo a política, para nela incidir a partir de uma ideologia “X”. A diferença é que a FOLHA esforça-se (claro que nem sempre consegue) para trafegar na maioria das vezes sem alardes e alaúdes, diferente de outros como o ESTADÃO, a ZERO HORA e a VEJA, barulhentos MUTANTES da FOLHA.

O possível, por vezes, andar silencioso da FOLHA, dá-se unicamente pela bela pitada de qualidade da mesma. Tem-se não um, mas inúmeros artigos sedutores a leitura, quer concordemos ou não com a sua abordagem, são artigos qualificados na escrita, nas fontes citadas e por fim, na credibilidade de quem os assina.

No entanto, o mesmo “deslize estratégico” esta/estará sempre lá, a tal batida de asas que já citei, uma ou duas matérias centrais que ganham grande espaço interno, que sempre atacam o PT e/ou o governo, sendo que o melhor é sempre ser os dois juntos.

Mas voltando a FOLHA de hoje que segue seu périplo normal, duas matérias com grande espaço interno e chamada de capa (1. Seguro-desemprego cresce e governo estuda restrições – pág. B1 e B3; 2. Condomínio de Imóvel usado por família de LULA foi pago pelo PT – pág. A4 e A6) ambas com muito espaço interno. Um endereçada ao coração do PT, outra endereçada as pernas do governo LULA. E o domingo? Há o domingo…esse segue lindo, pois, seguimos então…

CURIOSIDADE: Você sabe o que é OMBUDSMAN jornalístico? Uma certa corregedoria privada. Carlos Eduardo Lins da Silva é o ombudsman da Folha desde 22 de abril de 2008 pág. A6. O ombudsman tem mandato de um ano, renovável por mais dois. Não pode ser demitido durante o exercício da função e tem estabilidade por seis meses após deixá-la. Suas atribuições são criticar o jornal sobre a perspectiva dos leitores, recebendo e verificando suas reclamações, e comentar, aos domingos, o noticiário dos meios de comunicação.

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“A liquidação da liquidação talvez tenha começado” Jacques Rancière.

22 quinta-feira mai 2008

Posted by relatividade in História, Política

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Com a chegada do 40 anos do Maio de 68 francês, inúmeros meios de comunicação, desde os mais pra-lá ou os mais-pra-cá, fizeram especiais sobre esse importante “icone” de um período político amplo. O Cadernos Mais da Folha foi um desses meios, entre inúmeros textos sobre o maio, a maioria com pouquíssima serventia, vale citar a bem feita abordagem do pensador JACQUES RANCIÈRE com o título VAMOS INVADIR NA PAG. 08 do CADERNO MAIS.

Dado uma volta, uma nova volta começará? Seria o começo da liquidação da liquição.

Assembleia dia 13 de Maio na Sorbonne reocupada

VAMOS INVADIR! DE ALGOZ E SALVADOR DO CAPITALISMO, MOVIMENTO RENASCE HOJE CONTRA O SISTEMA

JACQUES RANCIÈRE

ESPECIAL PARA A FOLHA

Liquidar a herança do Maio de 68: essa foi uma das grandes palavras de ordem da campanha presidencial de Nicolas Sarkozy. Mas ele se enganou sobre a época: a liquidação intelectual dessa herança havia começado com a chegada ao poder do Partido Socialista em 1981 e foi, basicamente, conduzida por intelectuais que se diziam de esquerda.

O que havia, portanto, de tão terrível para liquidar? Qualquer que tenha sido a parte das ilusões e dos desprezos dessa época, uma coisa é certa: a paisagem de maio de 1968 foi a das manifestações e assembléias em pátios de fábricas em greve, enfeitados de bandeiras vermelhas ao som de palavras de ordem anticapitalistas e contra o Estado.

Na França, esse movimento foi o ponto culminante do grande “revival” do pensamento marxista e da esperança revolucionária que se alimentou, nos anos 1960, da energia das lutas de descolonização e dos movimentos de emancipação do Terceiro Mundo.

Ele acreditou encontrar seus modelos na Revolução Cubana [1959] ou na Revolução Cultural chinesa e nos princípios de um marxismo regenerado na teoria de Louis Althusser, nos chamados à ação de Frantz Fanon ou nas análises das novas formas de exploração capitalista e da resistência operária conduzidas pelos marxistas italianos.

Mas Maio de 68 foi sobretudo a revelação de um segredo perturbador: a ordem de nossas sociedades e de nossos Estados -uma ordem aparentemente garantida pela multiplicidade dos aparelhos estatais de gestão populacional e pelo intricamento das vias individuais na lógica global da economia capitalista- poderia desmoronar em poucas semanas.

Em maio de 1968, na França, quase em todos os setores, foram questionadas as estruturas hierárquicas que organizavam as atividades intelectual, econômica e social, como se subitamente se revelasse que a política não tinha outro fundamento além da ilegitimidade por trás de toda dominação.

Esse gênero de aturdimento não conduz por si só a um resultado determinado. É principalmente o questionamento de todos os esquemas de evolução histórica que atribuem a essa revolução um objetivo necessário.

Os militantes do Maio de 68 pensavam fazer a revolução marxista. Mas, ao contrário, sua ação a desfazia, ao mostrar que uma revolução é um processo autônomo de reconfiguração do visível, do pensável e do possível, e não a realização de um movimento histórico conduzido por um partido político até sua meta.

Essa lição não agrada aos sábios em revoluções e em ciências sociais. Quando a efervescência dos anos 68 terminou, com a chegada dos socialistas ao poder, o trabalho de desfiguração pôde começar.

Primeiramente, ele eliminou a dimensão internacional e, depois, a dimensão social e operária do movimento. Os 9 milhões de operários em greve e as bandeiras vermelhas em todas as fábricas desapareceram da memória.

Maio de 68 foi definitivamente consagrado como uma revolta da juventude. A juventude é tida como o tempo dos amores, e o movimento de 1968 foi assimilado a uma aspiração dos jovens a abolir o jugo paterno e os tabus sexuais. Mas por que uma reivindicação inerente à própria natureza da juventude teria esperado até então para provocar essa insurreição em massa?

A resposta estava pronta: o que motivou essa insurreição da juventude foi, disseram, o frenesi de consumo nascido da prosperidade dos anos 50, foi a incitação ao gozo desenvolvida, com suas vitrinas e sua publicidade, pela triunfante sociedade de consumo.

Na verdade, a crítica a essa sociedade havia sido uma das grandes palavras de ordem do movimento de 1968, mas pouco importa: Maio de 68 tornou-se retrospectivamente o movimento de uma juventude impaciente para gozar todas as promessas do livre consumo do sexo e das mercadorias.

Peso desastroso

Nos anos 60, sociólogos americanos já haviam reconvertido suas esperanças revolucionárias frustradas em crítica aos perigos do individualismo consumidor para o bem público. Os esquerdistas franceses reconvertidos dos anos 80 retomaram maciçamente o tema.

Assim, o movimento de 1968, depois de ser reduzido a transbordamentos de juventude sem conseqüência para a ordem social, viu-se carregado, ao inverso, de um peso histórico desastroso. Era, diziam eles, a insurreição do individualismo democrático destruindo todas as estruturas de autoridade que mantinham a vida social: família, religião ou escola.

Ao transformar a sociedade inteira em uma agregação de consumidores narcisistas, desligados de qualquer elo social, ele garantiu o triunfo definitivo do mercado capitalista.

Mas ainda não bastava. Era preciso provar que ele havia oferecido ao capitalismo não somente seus sonhados consumidores, mas os meios para sua reorganização.

Dois sociólogos -Luc Boltanski e Eve Chiapello- publicaram em 1999 “Le Nouvel Esprit du Capitalisme” [O Novo Espírito do Capitalismo], destinado a sustentar uma tese simples: se o capitalismo em dificuldades havia conseguido superar a crise dos anos 70, foi graças às idéias emprestadas da “crítica artista” realizada pelos estudantes -o privilégio dado à livre criatividade e à atividade em rede contra as estruturas de direção tradicionais.

A verborragia da filosofia gerencial servia como peça de convicção para apoiar a tese de um capitalismo à moda de 68, transformando o executivo em treinador, favorecendo o dinamismo individual de assalariados tolerantes e flexíveis, envolvidos com entusiasmo em estruturas leves e inovadoras.

Na verdade, esses temas de um capitalismo “new look” foram elaborados antes de 1968. E, principalmente em nome da globalização, o patronato soube encontrar meios de pressão sobre os salários e a produtividade de seus empregados mais diretos que esses idílios para seminários de gerentes.

Ressurgimento

Mas, assim, a grande inversão estava concluída. Maio de 68 estava consagrado como o providencial salvador do capitalismo decadente. Sarkozy podia chegar. Não havia mais nada para liqüidar.

Mas isso quer dizer justamente que a tendência podia começar a se inverter. Este aniversário deveria ser um enterro definitivo. Mas foi, ao contrário, a ocasião para ressurgir uma multiplicidade de testemunhos e documentos que reatualizam o teor político do movimento e seu caráter anticapitalista de massa.

A liquidação da liquidação talvez tenha começado.

JACQUES RANCIÈRE , nascido em 1940 na Argélia, é professor emérito de estética e política na Universidade de Paris VIII, onde lecionou de 1969 a 2000. É autor, entre outras obras, de Os nomes da História, Políticas da escrita, O desentendimento, A partilha do sensível e o Mestre ignorante.

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“A Leste de Bucareste” um ótimo filme sobre a história e as revoluções. Título original ”A Fost Sau n-a Fost?”

19 segunda-feira mai 2008

Posted by relatividade in Bucareste, Cinema, Comunismo, Filmes, História, Política, Revolução, Socialismo

≈ 3 Comentários

Alguns domingos atrás, eu Cíntia, bem deitados em nosso sofá assistimos a noite o ótimo filme Romeno “A Leste de Bucareste” (título original ”A Fost Sau n-a Fost?”). Filme pacientemente encontrado pela Cíntia na internet.

Indiscutivelmente “A Leste de Bucareste” é uma ótima articulação de humor-político regado a um bom rigor de fotografia. Além de indicá-lo a todos/as que por esse não-lugar passam, aproveito para colocar essa pequena resenha abaixo, pois achei poucas e curtas as resenhas do filme na internet, aproveito também, para dedicar esse post aos meus amigos/as do blog Economia Socialista.

“A Leste de Bucareste” – título original – A Fost Sau n-a Fost?

Ficha Técnica: Título Original: A Fost Sau N-a Fost? Gênero: Comédia, Tempo de Duração: 89 minutos, Ano de Lançamento (Romênia): 2006, Direção: Corneliu Porumboiu, Roteiro: Corneliu Porumboiu, Música: Rotaria, Fotografia: Georges Dascalescu e Marius Panduru.

Elenco: Mircea Andreescu (Piscoci) Teodor Corban (Virgil Jderescu) Ion Sapdaru (Manescu) Cristina Ciofu (Vali) Luminita Gheorghiu (Doamna Manescu) Lucian Iftime (Costel) Mirela Cioaba, Constantin Dita.

“A Leste de Bucareste” é ambientado na Romênia, no ano de 2005, em meio a muitos símbolos e hábitos de uma sociedade politicamente híbrida, pós-comunista e assumidamente capitalista que vai conservando e metamorfoseando aspectos de ambos regimes em seu dia-a-dia – as constantes ávores de natal pra cá e pra lá me passam muito isso. A centralidade do filme fica em torno de um programa de uma emissora de TV romena (que lembra muito nossas Tvs comunitárias) que organiza um debate para discutir as mudanças no país desde a queda do ditador Ceausescu, no natal de 1989. A tônica central do programa é a pergunta – Nossa cidade fez a revolução? O local em questão é uma pequena cidade a leste da capital Romena Bucareste.

Com aval do regime soviético, Nicolae Ceausescu (1918-1989) presidiu a Romênia com a mão pesada do Partido Comunista de 1965 a 1989, ano de sua destituição e sua execução. Na época, movimentos de libertação irradiavam de Berlim, onde o Muro caíra meses antes, no sentido do Leste da Europa. Na cidade romena de Timisoara, no dia 17 de dezembro, manifestantes anticomunistas foram recebidos a tiro pela Securitate, a polícia de Ceausescu. O povo reagiu em diversas cidades. Cinco dias depois, quando a rebeldia chegou à capital Bucareste, o ditador entregou o posto. 22 de dezembro de 1989 é lembrado na Romênia como o dia da revolução que derrubou Ceausescu.

No filme temos um programa de debate com um ancora (muito semelhante ao palavras cruzadas e o Lasier Martins em todos os sentidos), o próprio dono da TV, um professor de história que defende ter participado das manifestações populares pró-queda do ditador junto a praça central da pequena cidade e um segundo convidado que impossibilitado de ir, foi substituído por um senhor aposentado que se veste de papai noel, amigo do ancora e do professor. O programa é aberto a ligações telefônicas, para ajudarem os convidados a discorrem sobre o fato histórico.

“A Leste de Bucareste” quando trás a tona a pergunta – Nossa cidade fez a revolução? Propicia debater se foi revolução ou comemoração o acontecido na cidade, hora visto que, a dúvida reside se a pequena cidade de fato ajudou na revolução que ocorria centralmente em Bucareste, ou apenas comemorou tranquilamente e de forma segura na praça após a queda do ditador. A rede nacional de TV Romena, televisionou a queda de Ceausescu às 12h08, resta saber a que hora a cidade foi para a praça.

Mais profundamente ainda, a situação que fica colocada entre a película e os/as que a assistem, é uma forma muito sensível de tratar as vontades, crenças e identidades passadas ou futuras que muitos/as de nós guardam do fazer a revolução e que de fato podem ou não, influirem na forma que contamos a história.

A pedido:

Torrent do filme AQUI, legenda em português AQUI (crédito do ótimo Makingoff)

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