Posts de Setembro, 2007

O humilde blog Relatividade foi citado pelo PALATANDO em um post sobre o último barraco de Ali Kamel

Setembro 30, 2007

O Palatando disse… “Fazendo uma rápida busca no Google neste momento sobre a polêmica Schmidt x Kamel pude perceber que a esquerda blogoseira e a esquerda em geral monopolizam os trinta primeiros resultados da pesquisa. É uma vitória, não é?”

Os resultados foram:

  1. Freud não explica: Ali Kamel versus Mário Schmidt
  2. O sonho acabou: Livro Nova Historia Critica banido pelo MEC
  3. Portal Vermelho (PCdoB): O exemplo do jornalismo de Ali Kamel
  4. Professor Vanderlei Amboni: A resposta do Professor Mario Schmidt
  5. Relatividade: O governo federal – MEC, livros didáticos e a Rede “Gulag” Globo e seu poderoso executivo Ali “Paris Hilton” Kamel

Disse ainda o Palatando – nham, nham, nham ….” O mais curioso é que o 2.º, o 4.º e o 5.º resultados apenas copiam textos do site do PCdoB.”

Você pode acompanhar todo o post e os comentários aqui – Palatando post – Ali Kamel versus Mário Schmidt

E eu comentei lá:

  1. Lucio Uberdan wrote:Olá,
    Interessante a proposta de seu post, o “incremento” ao assunto foi providencial.
    Sobre o fato de alguns “apenas” reproduzirem o texto do vermelho, quero adenda que primeiro não é o texto do Vermelho reproduzido, mas sim a carta de resposta de Mário Schmidt, e o link é da NovaE, mas a redação não o é, segundo, a reprodução faz parte da idéia da colaboratividade e ganho de potência nos veículos alternativos, já que não temos a poderosa e política Rede Globo, terceiro, coloco minha posição sobre o fato sim, pessoas me disseram que fui muito pessoal, eu respondi a elas que fui seduzido na escrita pelos “qualificados” jornalistas Jabor e Josias de Souza em seus artigos e blog.
    Seguirei acompanhando os espaço aqui, ta muito legal.
    Um abraço.
    Blog RelatividadePostado 30 Sep 2007 às 5:12 pm

Amnistia Internacional lançou hoje um apelo a todas as pessoas para que escrevam uma carta aos dirigentes da Birmânia

Setembro 29, 2007

Os manifestos convocados pela Aliança de todos os Monges da Birmânia, colocou em marcha mais de 300.000 pessoas por todo o país de Myanmar pedindo abertura democrática e o fim do regime ditatorial militar que vem a 40 anos isolando a antiga Birmânia. Os Monges budistas as dias sofrem represálias por suas manifestações, são atos de extrema violência do governo local. Na marcha de terça-feira (25/09) passada em Yangon – capital de Myanmar, 15.000 civis fizeram cordões de isolamento em proteção aos Monges que traziam cartazes dizendo: “O amor e a gentileza vencem tudo”, ainda assim, o exército respondeu violentamente as manifestações. [Lucio Uberdan]

Atuem! Envie urgentemente e-mails, fax ou cartas,em inglês ou em português”

A organização de defesa dos direitos humanos Amnistia Internacional lançou hoje um apelo a todas as pessoas para que escrevam uma carta aos dirigentes da Birmânia pedindo a libertação das centenas de manifestantes pacíficos detidos.

“Actue! Envie urgentemente e-mails, faxes ou cartas, em inglês ou em português”, pede a Amnistia Internacional, que manifesta a sua preocupação com “o risco de tortura e maus-tratos” que correm os detidos, entre os quais se contam monges budistas, membros da oposição pró-democracia e outras figuras públicas.

Para facilitar a tarefa, a organização internacional tem uma “carta modelo”, em inglês, dirigida ao ministro dos Negócios Estrangeiros da Birmânia, Nyan Win, aqui.

Na carta, é pedida a “libertação imediata e incondicional” de todos os prisioneiros que tenham cometido crimes de que possam ser formalmente acusados e o tratamento condigno dos prisioneiros, que devem ser mantidos em “centros oficiais de detenção”, ter “acesso a advogados, visitas da família e tratamento médico” e “não ser sujeitos a tortura”.

A missiva pede ainda às autoridades birmanesas que garantam ao povo birmanês o plano exercício dos direitos de expressão, associação e reunião.

A AI, que sublinha a importância de estes apelos serem enviados imediatamente, disponibiliza também os contactos oficiais do presidente da Junta Militar birmanesa, general Than Shwe, do Procurador-Geral, U Aye Maung, e do director nacional da polícia birmanesa, brigadeiro Khin Yi.

O regime militar que governa a Birmânia desde 1962 reprimiu hoje, pelo terceiro dia consecutivo, manifestações de protesto que reuniram milhares de civis e de monges budistas nas principais cidades do país.

Apesar dos apelos internacionais, a Junta Militar birmanesa procedeu na madrugada de quinta-feira à detenção de centenas de monges, retirados à força dos seus mosteiros, e de membros da Liga Nacional para a Democracia (LND), da Nobel da Paz (a monge) Aung San Suu Kyi.

Monges Budistas lideram manifestações com mais de 300.000 em Myanmar (antiga Birmânia)

Setembro 27, 2007

Os manifestos convocados pela Aliança de todos os Monges da Birmânia, colocou em marcha mais de 300.000 pessoas por todo o país de Myanmar pedindo abertura democrática e o fim do regime ditatorial militar que vem a 40 anos isolando a antiga Birmânia. Os Monges as dias sofrem represálias por suas manifestações, são atos de extrema violência do governo local. Na marcha de terça-feira passada em Yangon – capital de Myanmar, 15.000 civis fizeram cordões de isolamento e proteção aos Monges que traziam cartazes dizendo: “O amor e a gentileza vencem tudo”, ainda assim, o exército respondeu violentamente as manifestações, causando a morte de dois Monges (segundo informes oficiais).

Em Myanmar os Monges Budistas “são a maior autoridade moral. Quando assumem uma posição de liderança, o povo os segue – explicou Soe Aung, porta-voz do Conselho Nacional de União, uma coalizão exilada na Tailândia de grupos de oposição à junta militar”. Nos últimos dias as manifestações ganharam grande reforço e estímulo com a aparição pública da monge Aung San Suu Kyiem maior liderança Budista, e que encontra-se em prisão domiciliar desde de 2003. A monge Prêmio Nobel da Paz em 1991, “usando uma blusa laranja e uma tradicional saia transpassada, saiu de uma pequena porta no portão de ferro da casa e uniu as palmas da mão, num gesto budista. Alguns dos manifestantes emocionaram-se e reuniram-se em uma prece em torno da casa onde Suu Kyi está confinada sem telefone e raramente recebendo visitas, permitidas apenas sob ordem oficial.”

É a primeira vez em 40 anos que as diversas organizações sociais de Myanmar juntas Aliança de todos os Monges da Birmânia, conseguem romper os limites de Myanmar e ganharem o mundo com sua pauta, nesse momento, inúmeros chefes de estados dos G8 e de países em desenvolvimento já emitiram notas oficiais, a ONU já solicita uma entrada no país e um contato direto e livre com a monge Aung San Suu Kyiem.

Vale ressaltar, que o país faz divisa com Índia e China. Myanmar não é um país pequeno, tendo 55 milhões de habitantes, 700.000 km² de área, o Uruguai por exemplo, tem uma população de mais ou menos 3 milhões de habitantes em 180.000 Km².

A sua Santidade o XIV Dalai-Lama – Tenzin Gyatso, já pronunciou-se apoiando as manifestações e pedindo compaixão a junta militar que governa Myanmar a 40 anos, “Tenzin Gyatso é o líder religioso do Budismo, considerado a reencarnação do Bodhisattva da Compaixão, o líder é monge e doutor em filosofia budista, Prêmio Nobel da Paz, como 14º Dalai Lama, Tenzin Gyatso é líder político em exílio do povo tibetano.

Pra mim pessoalmente é uma situação ainda que triste pela resposta violenta dos militares de lá, importante de acompanhar, primeiro pelo fato de ser um jovem praticante Budista, segundo, porque percebo muito da desobediência civil pacífica desenvolvida por Gandhi nesses acontecimentos, ainda que com suas devidas diferenças, poderá ser essa a instauração de uma certa democracia a partir de uma perspectiva pacifista? Seria uma mudança de regime político e a libertação de um povo referênciada (não únicamente) na espiritualidade? Ficam essas dúvidas e a busca de informações atualizadas de lá, bem como, reflexões para BUSH e os Estados Unidos da América analisarem junta a sua política de democracia na ponta do canhão.

Um abraço,

Lucio Uberdan

Google pede apoio a SaferNet

Setembro 26, 2007

O que é a SaferNet - Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos

A Google Brasil já tinha assumido o controle do Orkut no país, após suspendeu publicidades em comunidades brasileiras, enseguida passou a receber denúncias de crimes e agora apela a SaferNet para auxílio a um rigoroso controle do Orkut. Muitas pessoas (profiles) vão reclamar com discurso de falta de liberdade, mas no fim ao cabo, poderá ser o início de um pouco de lei (para algumas coisas me refiro – pornografia infantil, racismos, discriminações, etc…) em um lugar (web) ainda de certa forma paradisiaco para a falta de controle e excessos.

Lucio Uberdan

Google pede apoio a SaferNet

Por: Daneila Silva

A Google está provando que a disposição para combater os crimes contra os direitos humanos no Orkut (rede de relacionamento), agora, é para valer. Em reunião, ontem, com o presidente da SaferNet Brasil (Canal Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos), Thiago Tavares, o diretor da Google no Brasil, Alexandre Hohagen, não só reconheceu a excelência do trabalho desenvolvido pela organização não-governamental baiana, como pediu apoio à SaferNet para identificar os infratores.

A empresa americana disponibilizou uma ferramenta para a SaferNet ter acesso às páginas do Orkut. A SaferNet poderá pedir a remoção do conteúdo e preservação das provas por 180 dias. “O tempo de preservação ainda é curto, tendo em vista a lentidão dos processos judiciais, mas a empresa mostrou predisposição para conversar”, anima-se Thiago Tavares. O diretor da Google também enfatizou que, a partir de agora, a filial da multinacional cumprirá a legislação brasileira e as ordens judiciais.

O governo federal – MEC, livros didáticos e a Rede “Gulag” Globo e seu poderoso executivo Ali “Paris Hilton” Kamel

Setembro 24, 2007

Ali “Paris Hilton” Kamel vem protagonizando uma série de “escândalos” na mídia brasileira, mostrando cada vez mais seu lado socialite barraqueira e seu qualificado jornalismo.

Ano passado a nossa Paris Hilton já enrolara-se com a opção de mostrar as fotos do dinheiro preso junto aos “aloprados” ditos do PT (adjetivo cunhado aonde William “Homer” Bonner?) na compra de dossiê poucos dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais (assunto até hoje mal explicado e que rendeu uma pressão em cima da bela pela mídia autônoma brasileira) – lembrem-se que as fotos foram conseguidas “via suborno” do delegado federal e que a opção da matéria no Jornal Nacional foi tomada por Kamel em detrimento a outra julgada por ele “menos importante”, o acidente do avião da Gol e o Legacy. A socialite revidou com uma carta de desagravo do jornalismo brasileiro, quer dizer tentou, pois nem os jornalistas da Globo tiveram a mesquinhez de assina-la.

Depois vieram artigos de ataque aos programas de cotas na universidade e agora, a mesma, ops, o mesmo Ali “Paris Hilton” Kamel, opera um “patrulhamento ideológico” nos livros didáticos do MEC, dedicando (perdendo) o seu enorme tempo livre, que seria melhor aproveitado se fizesse patrulhamento ideológico na programação da Rede Globo, essa sim um problema nacional. 90% da programação da GLOBO faz uma defesa ao livre capital, a violência, ao machismo, restando 10% para frases e cenas de efeitos pregando uma solidariedade fajuta e rentável nas suas Novelas “propagandas-comerciais” Brasileiras.

Um abraço,

Lucio Uberdan

Abaixo a resposta de Mario Schmidt para Ali Kamel.

O livro didático que a Globo quer proibir.

Mario Schmidt

Fonte NovaE

*O livro de história que Kamel difamou*

A respeito do artigo do jornalista Ali Kamel no jornal O Globo de 18 de setembro de 2007 sobre o volume de 8ª série da obra *Nova História Crítica*, de Mario Schmidt, o autor e a Editora Nova Geração comentam: *Nova História Crítica* da Editora Nova Geração não é o único nem o primeiro

livro didático brasileiro que questiona a permanência de estruturas injustas e que enfoca os conflitos sociais em nossa história. Entretanto, é com orgulho que constatamos que nenhuma outra obra havia provocado reação tão direta e tão agressiva de uma das maiores empresas privadas de comunicação do país.

Compreendemos que o sr. Ali Kamel, que ocupa cargo executivo de destaque nas Organizações Globo, possa ter restrições às posturas críticas de nossa obra. Compreendemos até que ele possa querer os livros didáticos que façam crer ”que socialismo é mau e a solução para tudo é o capitalismo”. Certamente, nossas visões políticas diferem das visões do sr. Ali Kamel e dos proprietários da empresa que o contratou. O que não aceitamos é que, em nome da defesa da liberdade individual, ele aparentemente sugira a abolição dessas liberdades.

Não publicamos livros para fazer crer nisso ou naquilo, mas para despertar nos estudantes a capacidade crítica de ver além das aparências e de levar em conta múltiplos aspectos da realidade. Nosso grande ideal não é o de Stálin ou de Mao Tsetung, mas o de Kant: que os indivíduos possam pensar por conta própria, sem serem guiados por outros.

Assim, em primeiro lugar exigimos respeito. Nós jamais acusaríamos o sr. Kamel de ser racista apenas porque tentou argumentar racionalmente contra o sistema de cotas nas universidades brasileiras. E por isso mesmo estranhamos que ele, no seu inegável direito de questionar obras didáticas que não façam elogios irrestritos à isenção do Jornal Nacional, tenha precisado editar passagens de modo a apresentar Nova História Crítica como ridículo manual de catecismo marxista. Selecionar trechos e isolá-los do contexto talvez fosse técnica de manipulação ultrapassada, restrita aos tempos das edições dos debates presidenciais na tevê. Mas o artigo do sr. Ali Kamel parece reavivar esse procedimento.

Ele escolheu os trechos que revelariam as supostas inclinações stalinistas ou maoístas do autor de *Nova História* *Crítica*. Por exemplo, omitiu partes como estas: ”A URSS era uma ditadura. O Partido Comunista tomava todas as decisões importantes. As eleições eram apenas uma encenação (…). Quem criticasse o governo ia para a prisão. (…) Em vez da eficácia econômica havia mesmo era uma administração confusa e lenta. (…) Milhares e milhares de indivíduos foram enviados a campos de trabalho forçado na Sibéria, os terríveis Gulags. Muita gente foi torturada até a morte pelosguardas stalinistas…” (pp. 63-65).

Ali Kamel perguntou por onde seria possível as crianças saberem das insanidades da Revolução Chinesa. Ora, bastaria ter encotrado trechos como estes: ”O Grande Salto para a Frente tinha fracassado. O resultado foi uma terrível epidemia de fome que dizimou milhares de pessoas. (…) Mao (…) agiu de forma parecida com Stálin, perseguindo os opositores e utilizando recursos de propaganda para criar a imagem oficial de que era infalível.” (p. 191) ”Ouvir uma fita com rock ocidental podia levar alguém a freqüentar um campo de reeducação política. (…) Nas universidades, as vagas eram reservadas para os que demonstravam maior desempenho nas lutas políticas. (…) Antigos dirigentes eram arrancados do poder e humilhados por multidões de adolescentes que consideravam o fato de a pessoa ter 60 ou 70 anos ser suficiente para ela não ter nada a acrescentar ao país…” (p. 247) Os livros didáticos adquiridos pelo MEC são escolhidos apenas pelos professores das escolas públicas. Não há interferência alguma de funcionários do Ministério.

O sr. Ali Kamel tem o direito de não gostar de certos livros didáticos. Mas por que ele julga que sua capacidade de escolha deveria prevalecer sobre a de dezenas de milhares de professores? Seria ele mais capacitado para reconhecer obras didáticas de valor? E, se os milhares de professores que fazem a escolha, escolhem errado (conforme os critérios do sr. Ali Kamel), o que o MEC deveria fazer com esses professores? Demiti-los? Obrigá-los a adotar os livros preferidos pelas Organizações Globo? Internar os rofessores da rede pública em Gulags, campos de reeducação ideológica forçada para professores com simpatia pela esquerda política? Ou agir como em 1964?

Water – um filme sobre liberdade e revolução

Setembro 22, 2007

“Meus queridos irmãos e irmãs… …por um longo tempo eu acreditei que Deus era a verdade. Mas, hoje eu sei, que a verdade é Deus. A perseguição da verdade… é inestimável pra mim. Eu acredito que será o mesmo pra vocês.” – Gandhi

Ontem a noite, coloquei a rodar em meu computador o filme “WATER” do diretor Deepa Mehta. Water é uma produção conjunta Índia/Canada. Ambientado na década de 30 na Índia, década turbulenta e de grandes transformações devido a defesa da Satyagraha feito por Mahatma Gandhi. Durante mais de uma dezena de anos, Gandhi irá disseminar a desobediência civil através da “resistência passiva” por toda a Índia, tendo a “Marcha do Sol” como um dos momentos cruciais.

O filme conta a história da menina Chuyia de 8 anos. “Chuyia já é viúva, e nunca conheceu o marido. De acordo com a tradição, Chuyia é enviada para uma casa que acolhe viúvas – uma casa onde estas são obrigadas a ficar, isoladas da sociedade, até ao final das suas vidas, sem que possam alguma vez voltar a casar”. Na concepção religiosa dos Hindu da época, com a morte do marido, a mulher assumirá uma condição de meia-morta, como se a mesma tivesse de certa forma falecido igualmente. Chuyia não adpta-se a essa condição, apesar de ainda muito jovem, irá ser a indutora de uma reflexão acercada da condição de vida daquelas mulheres.

Um filme lindo, que mescla a reflexão e meditação daquelas mulheres acerca da opressão que vivem – uma revolução pessoal, junto ao avanço das idéias libertadoras de Ghandi, que no período encontra-se em liberdade e em perigrinação pela Índia – uma revolução social. A mescla de duas revoluções necessárias de caminharem juntas, não mudaremos o mundo sem mudarmos internamente, não ficaremos satisfeitos com nossa mudança interna sem lutarmos para mudarmos o mundo. Uma apenas, será fracassada, esse é de certa forma um dos ensinamentos de Sidarta Gautama.

Um abraço – Lucio Uberdan