Posts de Junho, 2007

O que mais escutei essa semana II (18 a 24/06)

Junho 24, 2007

Vanessa da Mata, Vange Milliet, Os Mulheres Negras, Jethro Tull, Jarabe de Palo, João do Vale, Aynur Dogan, Israel Kamakawiwo’ole, Alihan Samedov, Abdullah Chahine – Check out my music

Uma viagem retrô…

Junho 22, 2007

Não é nada especial esse post (se bem que até acho que é). Ontem depois de uma prova sobre o pensamento de José de Souza Martins na disciplina de “Questão Agrária”, subi até o centro para pegar o ônibus para minha casa, fui conversando com o cobrador que é meu amigo e percebemos que tínhamos a mesma idade (32 anos) eis que ele lembrou (durante a conversa) de diversos símbolos que comporam diferentes tribos (por estilo e classe social) adolescentes na década de 80. Entre tantos exemplos maravilhosos (hoje hilários), cito: “O Maça Verde”; “Tênis Lecheval”; “Calça Wangler”; “Camiseta da Pichulyn”; “Cinta da Gang”; “Banda Erasure”. Enfim muito legal e engraçado essas lembranças, aposto que alguns ao lerem esse post vão se identificar com esses itens, ou podem remorar os seus (eu me encaixo aqui).

Obs 1: A obra de José de Souza Martins é muito interessante (grande indicação), fiz uma cópia do DVD da entrevista dele no Roda Viva (TV Cultura) anos atrás. Sociólogo da Escola de Florestan Fernandes do qual foi assistente, Martins pensa muito o mundo Rural (início de suas pesquisas), a escravidão contemporânea, os Linchamentos, o capitalismo, a sociologia da imagem, a reforma agrária e o conceito de “Exclusão Social” – para esse pesquisador um conceito complicado e conservador. Estou usando dessa percepção e pesquisa de Martins para pensar uma contribuição qualificada e crítica sobre outro conceito – “inclusão Digital”.

Obs 2: Duas amigas, tem dois livros dele diferentes cada uma, a Melina tem a Sociedade Vista do Abismo ea Márcia tem Reforma Agrária: O impossível diálogo. Isso quer dizer que minhas leituras de Martins, podem avançar com baixo custo, certíssimo.

Dificuldades para postar, boas dificuldades…

Junho 20, 2007

Os dias vão passando e eu não consigo atualizar o blog (grande coisa), o motivo são dificuldades, boas dificuldades. Enumero aqui as principais: em meu trabalho anotei hoje mais de 15 responsabilidades diretas (isso é bom, gosto do que faço), na faculdade estamos a frente de dias de provas (“provas” – acredite isso ainda é feito na faculdade), trabalhos, textos para ler, coisas para escrever, entre eles mais uma versão de meu projeto de pesquisa e 3 artigos (elucubrações não científicas) sobre temas variados – Economia Solidária, Second Life e AP da Silvicultura. Além desses exemplos já citados (citei apenas os principais), semana passada comecei a fazer um curso sobre Esquizoanálise a partir de Gilles Deleuze e Félix Guattari, admito estou surpreendido com a filosofia (não apenas) dos mesmos. Correndo tudo bem, e vai correr tudo bem, no final de semana, no domingo principalmente as coisas estarão mais tranqüilas. Da parte pessoal, não poderia estar melhor. Ando mais feliz ultimamente. Bjos a todos(as) – Lucio Uberdan

Marx más allá de Marx de Toni Negri

Junho 17, 2007

Por Harry Cleaver

Fonte: Guaikuru

Marx más allá de Marx de Toni Negri es un libro para militantes revolucionarios. Formalmente, el libro es una lectura de los Grundrisse de Marx-una amplia reinterpretación de los cometidos centrales y desarrollos particulares de los manuscritos de 1857 de Marx. Pero es más que eso. Marx más allá de Marx es, por sobre todo, una apasionada obra política destinada a presentar una alternativa a las interpretaciones ortodoxas de Marx, al demostrar como los Grundrisse contienen una visión científica marxista de la lucha de clases y la revolución en acción. Para cumplir este objetivo, Negri entreteje una feroz polémica y un detallado examen y reinterpretación del texto. Marx más allá de Marx es un libro difícil, y su dificultad crea el peligro de que su estudio se limite a los marxistas académicos. Esto sería trágico. Prossegue, Introdução e 1ª lição aqui

Trabalho, Livros, Faculdade, Música, Internet e … (Pontinhos parte I)

Junho 11, 2007

No título citei inúmeras práticas do meu cotidiano, mas na seqüência do post quero inovar, vou abordar o não compreendido do título, o que está impreciso, o incerto, “o que tem jogo” ou seja, abordar apenas os (…). Essa decisão de falar dos mesmos, da-se pelo fato de coisas “boas” terem acontecido, situações que determinam o fim de um período que vinha arrastando-se e, abertura de um outro momento, de certa forma repetitivo, novo e ilimitado.

 

Normalmente, muito pouco escrevo na forma direta sobre a minha pessoa, às vezes penso, estaria eu “cumprindo” a “natureza” de um blog? Pois bem, pensando nisso, ainda que com dificuldades de falar diariamente de meu dia, vou desenvolver alguns post’s que penso serem interessantes para mim. Tentarei me auto-observar.

 

Mas voltando, quero falar deles, eles mesmos, os três pontinhos, os caros e importantes (…) finais. Para início da conversa, vou localizar (explicar) os três pontinhos, como dois distintos e misturados aglomerados, o primeiro seria a princípio: “da incerteza e reprodução do meu exterior” (não achei nada melhor que exterior) o segundo, seria totalmente diferente e ficaria mais ou menos assim a princípio: “da incerteza e reflexão do meu interior” (não achei nada melhor que interior).

 

Mas sério, vou falar dos pontinhos, é para isso que estou aqui, falar desses que são companheiros constantes, por vezes nem tão companheiros, por outras nem tão constantes, mas, eis que basta eu lembrar deles (concentrar neles) e tornam-se “já” constantes e pesados como nunca percebido, é um movimento instantâneo: olhou, pesou. Recordo-me para exemplificar, de Frijot Capra escrevendo acerca do “observador” na física quântica – “O observador é imprescindível não só para que as propriedades de um fenômeno atômico sejam observadas, mas também para ocasionar essas propriedades. Minha decisão consciente acerca de como observar, digamos, um elétron, determinará, em certa medida, as propriedades do elétron. Se formulo uma pergunta sobre a partícula, ele me dá uma resposta sobre partícula; se faço uma pergunta sobre a onda, ele me dá resposta sobre onda. O elétron não possui propriedades objetivas independentes da minha mente. Na física atômica não pode ser mais mantida a nítida divisão entre mente e matéria, entre o observador e o observado. Nunca podemos falar da natureza sem, ao mesmo tempo, falarmos de nós mesmos”. Portanto, os três pontinhos (nessa analogia) tão aqui e acolá, percebidos e não percebidos, mas, tão presentes e juntos, quanto ausentes e distantes.

 

Estando eu absorvido no “Trabalho, livros, faculdade, música, internet” muito pouco vou perceber dessa “incerteza” de tudo, em tudo, de todos(as) em todos(as) e raramente vou sentir ela próxima, mas estão lá, basta que eu, o observador, resolva olhar para minha volta e perceba a mecanicidade da minha (re)produção e (re)flexão cotidiana da vida, basta também, que eu de uma olhada para dentro de mim, que medite para identificar e limpar as identidades que eu acredito serem o meu “eu” único e indivisível e rapidamente os três pontinhos serão ou no exterior ou no interior, elementos constitutivos e centrais.

 

Com referência no primeiro aglomerado inicialmente, recordo-me de Lévy em seu “Inteligência Coletiva”, na página 126 ele diz que “os seres humanos não habitam apenas no espaço físico ou geométrico, vivem também, e simultaneamente, em espaços afetivos, históricos, espaços de significação em geral”. Será a partir dessas contribuições (do post) até aqui desenvolvidas, que vou de forma humilde (na seqüência) tentar formular acerca dos dois aglomerados citados que compõem os (…) (pontinhos, de novo eles) de minha vida, do momento atual (de certa forma positivo), das reflexões desenvolvidas nesse período, no período passado e que virá.

Bjos – Lucio Uberdan

Azar da marreca do Azeredo…

Junho 9, 2007

O pai do Valérioduto (eta chavão terrível), Senador Azeredo – presidente (ou ex) do PSDB, a tempos tenta colocar uma mordaça na internet, vigiar IPs, obrigar um login com CPF e demais coisitas escabrosas, só matando, mas como não faremos isso, podemos começar azarando o sujeito, assinando a petição abaixo, divulgando ela aos amigos e, colocando esse banner em blogs. ok. Bjos Lucio Uberdan

Link para pegar o banner aqui.

Petição por uma Internet Democrática